História

História da Igreja

Fontes da História da Igreja

Os textos que contam a história da Igreja, em ordem cronológica, do exílio na Babilônia aos nossos dias. As marcadas com ◆ trazem comentário e indicação de leitura.

Visão geral

A história em 20 momentos

1 / 20
  1. c. 6–4 a.C.

    O nascimento de Jesus

    Em Belém da Judeia, sob Augusto e Herodes, nasce Jesus de Nazaré. A Igreja confessa a encarnação: o Filho eterno de Deus assume a natureza humana.

  2. c. 30

    A morte e a ressurreição de Cristo

    Crucificado em Jerusalém sob Pôncio Pilatos, Jesus ressuscita ao terceiro dia. A ressurreição é o centro da pregação apostólica e o fundamento da fé.

  3. c. 30

    Pentecostes: o Espírito Santo e o nascimento da Igreja

    Cinquenta dias depois da Páscoa, o Espírito Santo é derramado sobre os discípulos. Pedro prega, cerca de três mil são batizados, e nasce a Igreja.

  4. c. 49

    O Concílio de Jerusalém

    Apóstolos e presbíteros decidem que os gentios não precisam se circuncidar para seguir a Cristo. O Evangelho se abre de vez a todos os povos.

  5. 70

    A destruição do Templo

    Tito toma Jerusalém e derruba o Templo. O judaísmo se reorganiza em torno da Lei, e a igreja se separa definitivamente da sinagoga.

  6. 313

    O Edito de Milão

    Depois da Grande Perseguição, Constantino e Licínio garantem liberdade de culto aos cristãos. Começa a aliança entre a Igreja e o Império.

  7. 325

    O Concílio de Niceia

    O primeiro concílio ecumênico condena Ário e confessa o Filho consubstancial ao Pai. Em 381, Constantinopla completa o Credo recitado até hoje.

  8. 451

    O Concílio de Calcedônia

    Cristo é confessado em duas naturezas, divina e humana, numa só pessoa. As igrejas copta, siríaca e armênia não aceitam a fórmula e seguem caminho próprio.

  9. c. 530

    A Regra de São Bento

    O monaquismo ocidental se organiza em oração e trabalho. Por séculos, os mosteiros guardam a Bíblia, a liturgia e a cultura da Europa.

  10. 800

    A coroação de Carlos Magno

    No Natal, o papa coroa imperador o rei dos francos. Nasce a cristandade ocidental, com a aliança e as disputas entre o trono e o altar.

  11. 1054

    O Grande Cisma

    Roma e Constantinopla trocam excomunhões. A Igreja Ortodoxa, no Oriente, e a Católica Romana, no Ocidente, seguem separadas até hoje.

  12. 1095

    A Primeira Cruzada

    Urbano II convoca a guerra para retomar Jerusalém. As cruzadas marcaram por séculos as relações entre cristãos, muçulmanos, judeus e o Oriente cristão.

  13. c. 1455

    A Bíblia de Gutenberg

    A imprensa de tipos móveis multiplica livros e Bíblias. Sem ela, as ideias da Reforma não teriam se espalhado pela Europa em poucas semanas.

  14. 1517

    As 95 teses de Lutero

    O debate sobre as indulgências em Wittenberg dá início à Reforma Protestante, que recoloca a Escritura, a graça e a fé no centro da vida da Igreja.

  15. 1545–1563

    O Concílio de Trento

    A resposta católica à Reforma define a justificação, os sete sacramentos e o cânon, e reforma o clero com a criação dos seminários.

  16. 1738

    O avivamento evangélico

    John Wesley sente o coração estranhamente aquecido em Aldersgate. Com Whitefield e Edwards, o Grande Despertamento renova as igrejas e dá origem ao metodismo.

  17. 1792

    As missões modernas

    William Carey publica seu apelo e parte para a Índia. As missões protestantes levam o Evangelho à Ásia, à África e às Américas, inclusive ao Brasil.

  18. 1906

    O avivamento da Rua Azusa

    Em Los Angeles, uma missão holiness liderada por William Seymour vê nascer o pentecostalismo, que chega ao Brasil em 1910 e 1911.

  19. 1962–1965

    O Concílio Vaticano II

    A Igreja Católica adota as línguas do povo na liturgia, abre-se ao ecumenismo e passa a chamar os protestantes de irmãos separados.

  20. séc. XX–XXI

    O cristianismo se torna global

    O centro do cristianismo se desloca para a África, a América Latina e a Ásia. O Pacto de Lausanne (1974) une evangelização e responsabilidade social.

Ver a cronologia completa: 100 acontecimentos →

Filtrar por tipo e posição
Tipo
Posição

1151 obras

Histórias gerais do cristianismo e coleções de documentos para ter o mapa antes de entrar nas fontes.

  • ◆ Teologia histórica

    Alister McGrath, 1998Historical Theology

    Introdução à história do pensamento cristão por períodos, com estudos de caso de cada doutrina.

    Em português
    Cultura Cristã

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  • ◆ História do cristianismo ao alcance de todos

    Bruce L. Shelley, 1982Church History in Plain Language

    Panorama em linguagem simples, capítulos curtos centrados em pessoas e acontecimentos. Boa primeira leitura.

    Em português
    História do cristianismo ao alcance de todos

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  • ◆ História da Igreja no Brasil

    CEHILA (Eduardo Hoornaert, Riolando Azzi e outros), 1977

    A história do cristianismo no Brasil escrita pela Comissão de Estudos de História da Igreja na América Latina, com o olhar dos pobres e dos povos indígenas.

    Em português
    Vozes e Paulinas

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  • ◆ O cristianismo através dos séculos

    Earle E. Cairns, 1954Christianity Through the Centuries

    Manual evangélico em um volume, organizado em períodos, com muitos quadros e datas. Bom para consulta rápida.

    Em português
    Vida Nova

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  • ◆ Compêndio dos símbolos, definições e declarações de fé e moral

    Heinrich Denzinger e Peter Hünermann, 1854Enchiridion symbolorum

    A coleção oficiosa dos credos, decretos de concílios e documentos papais, numerados (os famosos números DH). Indispensável para citar com precisão um documento católico.

    Em português
    Paulinas e Loyola (edição bilíngue)

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  • ◆ História da Igreja de Cristo

    Henri Daniel-Rops, 1948Histoire de l'Église du Christ

    A grande narrativa católica em vários volumes, de um membro da Academia Francesa, bem escrita e rica em detalhes.

    Em português
    Quadrante

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  • ◆ Documentos da Igreja Cristã

    Henry Bettenson (ed.; edições recentes com Chris Maunder), 1943Documents of the Christian Church

    Antologia de documentos da história da Igreja, de Plínio e Inácio ao século XX, em trechos curtos. É a melhor porta de entrada para ler fontes primárias em português.

    Em português
    ASTE

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  • ◆ A tradição cristã: uma história do desenvolvimento da doutrina

    Jaroslav Pelikan, 1971The Christian Tradition: A History of the Development of Doctrine

    Cinco volumes sobre o que as igrejas creram, ensinaram e confessaram, do século II ao XX. Obra de referência para a história da doutrina.

    Em português
    A tradição cristã: uma história do desenvolvimento da doutrina (Shedd Publicações, 2014–2016, 5 vols.)

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  • ◆ História ilustrada do cristianismo

    Justo L. González, 1984The Story of Christianity

    O panorama mais usado nos seminários de língua portuguesa e espanhola, escrito por um historiador metodista cubano: dos apóstolos à igreja global, com atenção à América Latina.

    Em português
    Vida Nova (2 volumes)

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  • ◆ Uma história do pensamento cristão

    Justo L. González, 1970A History of Christian Thought

    História da teologia em três volumes, da igreja antiga ao século XX, complemento natural da História ilustrada.

    Em português
    Cultura Cristã (3 volumes)

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  • ◆ Uma história do cristianismo

    Kenneth Scott Latourette, 1953A History of Christianity

    Panorama de um historiador batista das missões, atento à expansão do cristianismo para além da Europa.

    Em português
    Hagnos (2 volumes)
    No Diário
    Missões (21)

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  • ◆ Momentos decisivos na história do cristianismo

    Mark A. Noll, 1997Turning Points: Decisive Moments in the History of Christianity

    Doze acontecimentos que mudaram a história da Igreja, da queda de Jerusalém a Edimburgo 1910, cada um com documentos e perguntas para discussão.

    Em português
    Cultura Cristã

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  • ◆ Coleção Patrística

    Paulus Editora, 1995

    A maior coleção de obras dos Pais da Igreja traduzidas para o português, com introduções e notas: Padres Apostólicos, Justino, Ireneu, Agostinho, Atanásio, Eusébio e muitos outros.

    Em português
    Paulus

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  • ◆ History of the Christian Church

    Philip Schaff, 1858

    Oito volumes, da era apostólica à Reforma suíça, por um historiador reformado suíço-americano. É de domínio público e está inteiro online.

    Texto inglês completo (CCEL) (abre em nova aba)

  • ◆ The Creeds of Christendom

    Philip Schaff, 1877

    Três volumes com a história e o texto dos credos e confissões das igrejas ortodoxa, católica e protestantes, inclusive os artigos remonstrantes e metodistas.

    Texto inglês, volume 1 (CCEL) (abre em nova aba)

  • ◆ História da teologia cristã

    Roger E. Olson, 1999The Story of Christian Theology

    A história da teologia contada como narrativa de controvérsias, de forma acessível, por um teólogo batista arminiano.

    Em português
    Vida

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  • ◆ História da Igreja cristã

    Williston Walker (revisões posteriores de Richard Norris, David Lotz e Robert Handy), 1918A History of the Christian Church

    Manual clássico de seminário, sóbrio e bem documentado, com ênfase na história das instituições e das doutrinas.

    Em português
    ASTE

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Os 66 livros da Bíblia na ordem da história que contam (Antigo Testamento) e na ordem aproximada em que foram escritos (Novo Testamento), para ler em português ao lado do original hebraico ou grego.

Antigo Testamento

Na ordem dos acontecimentos narrados ou do ministério de cada profeta, como nos planos de leitura cronológica. A data em que cada livro foi escrito é, em vários casos, debatida.

  1. GênesisDa criação aos patriarcasLer: ARA e hebraico (Tanakh) 58 textos no Diário
  2. JóAmbientado na época patriarcal; data de composição desconhecidaLer: ARA e hebraico (Tanakh) 2 textos no Diário
  3. ÊxodoSaída do Egito e Sinai (séc. XV ou XIII a.C., datação debatida)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 23 textos no Diário
  4. LevíticoNo SinaiLer: ARA e hebraico (Tanakh) 2 textos no Diário
  5. NúmerosQuarenta anos no desertoLer: ARA e hebraico (Tanakh) 3 textos no Diário
  6. DeuteronômioNas planícies de Moabe, antes da entrada em CanaãLer: ARA e hebraico (Tanakh) 8 textos no Diário
  7. JosuéConquista de CanaãLer: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  8. JuízesPeríodo dos juízesLer: ARA e hebraico (Tanakh) 3 textos no Diário
  9. RuteNos dias dos juízesLer: ARA e hebraico (Tanakh) 4 textos no Diário
  10. 1 SamuelSamuel, Saul e Davi (c. 1100–1010 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 24 textos no Diário
  11. 2 SamuelReinado de Davi (c. 1010–970 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 9 textos no Diário
  12. SalmosSobretudo de Davi ao pós-exílio (c. 1000–400 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 17 textos no Diário
  13. 1 CrônicasNarra de Adão a Davi; escrito depois do exílio (c. 450–400 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  14. ProvérbiosSalomão e sábios posteriores (c. 970–700 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 8 textos no Diário
  15. CânticosAtribuído a Salomão (c. 970–930 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  16. EclesiastesTradição salomônica; data de composição debatidaLer: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  17. 1 ReisDe Salomão a Acabe e Josafá (c. 970–850 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 3 textos no Diário
  18. 2 CrônicasNarra de Salomão ao exílio; escrito c. 450–400 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 2 textos no Diário
  19. 2 ReisDo reino dividido ao exílio (c. 850–561 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  20. JoelData debatida (do séc. IX ao V a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  21. JonasSob Jeroboão II (c. 790–750 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  22. Amósc. 760 a.C., no reino do norteLer: ARA e hebraico (Tanakh)
  23. Oseiasc. 750–715 a.C., no reino do norteLer: ARA e hebraico (Tanakh)
  24. Isaíasc. 740–681 a.C.; a profecia alcança o exílio e o retornoLer: ARA e hebraico (Tanakh) 11 textos no Diário
  25. Miqueiasc. 735–700 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  26. NaumAntes da queda de Nínive (c. 663–612 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  27. Sofoniasc. 630 a.C., sob JosiasLer: ARA e hebraico (Tanakh)
  28. Jeremias627–c. 580 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  29. Habacuquec. 605 a.C., diante da ameaça babilônicaLer: ARA e hebraico (Tanakh) 4 textos no Diário
  30. DanielNa Babilônia, 605–c. 536 a.C. (data de composição debatida)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  31. EzequielNo exílio, 593–571 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 2 textos no Diário
  32. LamentaçõesDepois da queda de Jerusalém (586 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  33. ObadiasProvavelmente depois de 586 a.C. (data debatida)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  34. EsdrasRetorno do exílio e reconstrução do Templo (538–457 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  35. Ageu520 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  36. Zacarias520–c. 480 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  37. EsterNa Pérsia, sob Xerxes (c. 483–473 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh)
  38. NeemiasReconstrução dos muros (445–c. 430 a.C.)Ler: ARA e hebraico (Tanakh) 1 texto no Diário
  39. Malaquiasc. 430 a.C.Ler: ARA e hebraico (Tanakh)

Novo Testamento

Na ordem aproximada em que os livros foram escritos. As datas seguem a cronologia mais aceita entre estudiosos evangélicos e variam de autor para autor.

  1. Tiagoc. 45–49Ler: ARA e grego (THGNT)
  2. Gálatasc. 48–55Ler: ARA e grego (THGNT) 4 textos no Diário
  3. 1 Tessalonicensesc. 50–51Ler: ARA e grego (THGNT) 2 textos no Diário
  4. 2 Tessalonicensesc. 51Ler: ARA e grego (THGNT) 6 textos no Diário
  5. 1 Coríntiosc. 54–55Ler: ARA e grego (THGNT) 31 textos no Diário
  6. 2 Coríntiosc. 55–56Ler: ARA e grego (THGNT) 2 textos no Diário
  7. Romanosc. 57Ler: ARA e grego (THGNT) 11 textos no Diário
  8. Marcosc. 55–70Ler: ARA e grego (THGNT) 3 textos no Diário
  9. Filipensesc. 60–62, na prisãoLer: ARA e grego (THGNT) 5 textos no Diário
  10. Colossensesc. 60–62, na prisãoLer: ARA e grego (THGNT) 2 textos no Diário
  11. Filemomc. 60–62, na prisãoLer: ARA e grego (THGNT)
  12. Efésiosc. 60–62, na prisãoLer: ARA e grego (THGNT) 11 textos no Diário
  13. Mateusc. 60–85Ler: ARA e grego (THGNT) 43 textos no Diário
  14. Lucasc. 60–85Ler: ARA e grego (THGNT) 27 textos no Diário
  15. Atosc. 62–85Ler: ARA e grego (THGNT) 4 textos no Diário
  16. 1 Timóteoc. 62–64Ler: ARA e grego (THGNT)
  17. Titoc. 62–64Ler: ARA e grego (THGNT) 1 texto no Diário
  18. 1 Pedroc. 62–64Ler: ARA e grego (THGNT) 2 textos no Diário
  19. HebreusAntes de 70Ler: ARA e grego (THGNT) 7 textos no Diário
  20. 2 Timóteoc. 64–67, a última carta de PauloLer: ARA e grego (THGNT) 16 textos no Diário
  21. 2 Pedroc. 64–68Ler: ARA e grego (THGNT) 8 textos no Diário
  22. Judasc. 65–80Ler: ARA e grego (THGNT)
  23. Joãoc. 85–95Ler: ARA e grego (THGNT) 34 textos no Diário
  24. 1 Joãoc. 85–95Ler: ARA e grego (THGNT) 13 textos no Diário
  25. 2 Joãoc. 85–95Ler: ARA e grego (THGNT) 2 textos no Diário
  26. 3 Joãoc. 85–95Ler: ARA e grego (THGNT) 1 texto no Diário
  27. Apocalipsec. 95 (alguns datam c. 68)Ler: ARA e grego (THGNT) 4 textos no Diário

Do exílio na Babilônia, que espalhou os judeus pelo mundo (a Dispersão), ao ministério de Jesus: Alexandre e o helenismo, a Septuaginta, os Macabeus, Qumran, Fílon, o domínio romano e as filosofias e religiões de mistério em que o Evangelho foi anunciado.

Judaísmo do Segundo Templo

  • séc. V a.C. (c. 495–399 a.C.)◆ Papiros de Elefantina

    Cartas, contratos e listas em aramaico de uma colônia militar judaica numa ilha do Nilo, que tinha um templo próprio, anterior à conquista persa do Egito (525 a.C.). O templo foi destruído em 410 a.C., e a comunidade pediu ajuda ao governador de Judá. São um retrato raro da vida religiosa da Dispersão antes de Alexandre.

    No Diário
    Judaísmo (1)
  • séc. III–I a.C.◆ Septuaginta (LXX)

    Tradução grega das Escrituras hebraicas, iniciada em Alexandria no século III a.C. Foi a Bíblia da maior parte das citações do Antigo Testamento no Novo e da igreja de língua grega. A história dos 72 tradutores vem da Carta de Aristeias, que é lendária.

    Em português
    Texto grego: Septuaginta, ed. Rahlfs-Hanhart (Deutsche Bibelgesellschaft), vendida no Brasil pela SBB
  • séc. III a.C.–séc. I d.C.◆ 1 EnoqueApócrifo

    Coleção de apocalipses judaicos (o Livro dos Vigilantes, as Parábolas e outros). A Carta de Judas cita o livro (Jd 14–15). Faz parte do cânon só na Igreja Ortodoxa Etíope.

    No Diário
    Judaísmo (1)

    Tradução inglesa de R. H. Charles (1917), sacred-texts.com (abre em nova aba)

  • c. 124–100 a.C.◆ 1 e 2 Macabeus

    A revolta dos macabeus contra Antíoco IV (167–160 a.C.), a purificação do Templo e o martírio dos fiéis. 2 Macabeus traz a esperança da ressurreição dos mártires e a oração pelos mortos, texto que a Reforma discutiu. Deuterocanônicos para católicos e ortodoxos, apócrifos para os protestantes.

    Em português
    Nas Bíblias católicas em português (Bíblia de Jerusalém, Ave-Maria, CNBB)
  • c. 250 a.C.–68 d.C.◆ Manuscritos do Mar Morto (Qumran)

    Cerca de 900 manuscritos achados entre 1947 e 1956 perto do Mar Morto: as cópias mais antigas da Bíblia hebraica e os escritos de uma comunidade judaica (Regra da Comunidade, Documento de Damasco, Rolo da Guerra, Comentário de Habacuque). Mostram a variedade do judaísmo no tempo de Jesus.

    Em português
    Florentino García Martínez, Textos de Qumran (Vozes)
    No Diário
    Judaísmo (1)

    Biblioteca digital Leon Levy (Autoridade de Antiguidades de Israel) (abre em nova aba)

Estudos sobre esta era

  • ◆ The History of the Jewish People in the Age of Jesus Christ

    Emil Schürer (rev. Geza Vermes, Fergus Millar e Martin Goodman), 1973–1987

    A obra de referência sobre a história, as instituições e a literatura do judaísmo de 175 a.C. a 135 d.C. A edição revista em inglês atualizou o original alemão com Qumran.

    No Diário
    Judaísmo (1)

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  • ◆ Judaism and Hellenism

    Martin Hengel, 1969Judentum und Hellenismus

    Mostrou que o judaísmo da Palestina já estava profundamente helenizado antes de Jesus, desfazendo a separação rígida entre judaísmo palestino e judaísmo da diáspora.

    No Diário
    Judaísmo (1)

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Da igreja de Jerusalém às primeiras cartas fora do Novo Testamento: Clemente, Inácio, Policarpo e a Didaqué.

Escritos anônimos e diversos

Escritos do Novo Testamento

  • séc. I (c. 62–90, datação debatida)◆ Atos dos Apóstolos

    A fonte primeira da história da Igreja: de Jerusalém a Roma, de Pentecostes à prisão de Paulo. As cartas de Paulo, anteriores a Atos, mostram as igrejas por dentro, com seus conflitos e sua organização.

    No Diário do Diego

Flávio Josefo · 37–c. 100

Judeia e Roma

  • ◆ A guerra judaica

    c. 75Ἱστορία Ἰουδαϊκοῦ πολέμου πρὸς Ῥωμαίους

    Testemunho de quem lutou na revolta de 66 e depois passou para o lado romano. É a fonte principal sobre a destruição de Jerusalém e do Templo no ano 70, acontecimento que separou de vez a igreja da sinagoga.

    Em português
    Flávio Josefo, História dos Hebreus (CPAD)

    Tradução inglesa de William Whiston (Projeto Gutenberg) (abre em nova aba)

  • ◆ Antiguidades judaicas

    c. 93–94Ἰουδαϊκὴ ἀρχαιολογία

    História do povo judeu da criação até a guerra contra Roma, escrita para leitores gregos e romanos. Menciona João Batista e Tiago, irmão de Jesus; a passagem sobre Jesus (o Testimonium Flavianum) é autêntica no núcleo, mas recebeu acréscimos cristãos.

    Em português
    Flávio Josefo, História dos Hebreus (CPAD), com as Antiguidades e a Guerra judaica
    No Diário
    Judaísmo (1)

    Tradução inglesa de William Whiston (Projeto Gutenberg) (abre em nova aba)

Clemente de Roma (e escritos atribuídos) · fl. c. 96

Roma

Só a Primeira Carta aos Coríntios é dele; as Homilias e Reconhecimentos clementinos são posteriores.

Mais 4 obras de Clemente de Roma (e escritos atribuídos) no acervo

Inácio de Antioquia · m. c. 110

Síria

Sete cartas autênticas; o New Advent inclui também as cartas espúrias da recensão longa.

Mais 7 obras de Inácio de Antioquia no acervo

Fontes romanas sobre os cristãos

  • c. 112◆ Cartas de Plínio a Trajano sobre os cristãos (Cartas X, 96–97)

    O governador da Bitínia pergunta ao imperador o que fazer com os cristãos e descreve suas reuniões: cantavam um hino a Cristo como a um deus e se comprometiam a não roubar nem mentir. A resposta de Trajano orientou a política romana por décadas.

    Em português
    Em Henry Bettenson, Documentos da Igreja Cristã (ASTE)

    Texto inglês no Internet History Sourcebooks (Fordham) (abre em nova aba)

  • c. 116◆ Anais, livro XV, 44 (o incêndio de Roma)

    Tácito conta que Nero culpou os cristãos pelo incêndio de Roma (64) e os executou com crueldade. Menciona Cristo, condenado por Pôncio Pilatos, e é uma das referências mais antigas a Jesus fora da Bíblia.

    Em português
    Em Henry Bettenson, Documentos da Igreja Cristã (ASTE)

Policarpo de Esmirna · c. 69–155

Ásia Menor

Hermas (O Pastor) · c. 100–150

Roma

Marcião · c. 85–c. 160

Ponto e Roma

  • ◆ Antíteses e o cânon de Marcião (perdidos)Heterodoxo

    c. 140–144

    Marcião opunha o Deus justo e criador do Antigo Testamento ao Deus bom revelado por Jesus, e aceitava só uma versão de Lucas e dez cartas de Paulo, sem o que lhe parecia judaico. Foi excluído da igreja de Roma em 144. Seus escritos se perderam e só os conhecemos pelos adversários. Ao criar um cânon próprio, apressou a igreja a reconhecer o seu.

Estudos sobre esta era

  • ◆ Backgrounds of Early Christianity

    Everett Ferguson, 1987

    Manual do mundo greco-romano e judaico em que o cristianismo nasceu: política, sociedade, religiões, filosofias e o judaísmo do Segundo Templo.

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  • ◆ O Novo Testamento e o povo de Deus

    N. T. Wright, 1992The New Testament and the People of God

    Primeiro volume da série Christian Origins and the Question of God: método histórico e o judaísmo do século I como chave para ler Jesus e Paulo.

    Em português
    O Novo Testamento e o povo de Deus (Thomas Nelson Brasil, 2022)

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  • ◆ Evangelização na Igreja primitiva

    Michael Green, 1970Evangelism in the Early Church

    Como os primeiros cristãos anunciaram o Evangelho nos três primeiros séculos: a mensagem, os métodos, os lugares e os evangelistas.

    Em português
    Evangelização na Igreja primitiva (Vida Nova)

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A defesa da fé diante do Império, as perseguições, o gnosticismo e a formação do cânon e da regra de fé.

Apócrifos do Novo Testamento

Textos gnósticos (Nag Hammadi e outros códices)

Justino Mártir · c. 100–c. 165

Roma

Mais 7 obras de Justino Mártir no acervo

Montanismo (a Nova Profecia)

Escritos anônimos e diversos

Ireneu de Lyon · c. 130–c. 202

Gália

Mais 1 obra de Ireneu de Lyon no acervo

Clemente de Alexandria · c. 150–c. 215

Egito

Mais 3 obras de Clemente de Alexandria no acervo

Tertuliano · c. 155–c. 220Controverso

Norte da África

Pai da teologia latina; nos últimos anos aderiu ao montanismo.

Mais 28 obras de Tertuliano no acervo

Hipólito de Roma · c. 170–235

Roma

  • ◆ Tradição apostólica

    c. 215 (atribuição e data debatidas)Traditio apostolica

    Ordem da igreja com a ordenação de bispos, presbíteros e diáconos, o catecumenato de três anos, o batismo e a oração eucarística. A autoria de Hipólito e a data são hoje debatidas; o texto pode ter camadas de épocas diferentes.

    Em português
    Tradição apostólica de Hipólito de Roma (Vozes)
  • ◆ Refutação de todas as heresias

    c. 170–235The Refutation of All Heresies

    Catálogo de heresias que tenta mostrar que cada uma deriva de uma filosofia pagã. Preserva trechos de escritos gnósticos que não sobreviveram de outro modo.

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Mais 8 obras de Hipólito de Roma no acervo

Orígenes · c. 185–c. 253Controverso

Egito e Palestina

Mestre decisivo da exegese; algumas teses atribuídas a ele foram condenadas em 553.

Mais 6 obras de Orígenes no acervo

Cipriano de Cartago · c. 200–258

Norte da África

Mais 3 obras de Cipriano de Cartago no acervo

Gregório Taumaturgo · c. 213–c. 270

Ponto

Metódio de Olimpo · m. c. 311

Lícia

Lactâncio · c. 250–c. 325

Norte da África e Gália

Mais 7 obras de Lactâncio no acervo

Estudos sobre esta era

  • ◆ The Mission and Expansion of Christianity in the First Three Centuries

    Adolf von Harnack, 1902Die Mission und Ausbreitung des Christentums in den ersten drei Jahrhunderten

    Estudo clássico, de um historiador liberal alemão, sobre como e por onde o cristianismo se espalhou antes de Constantino, região por região.

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  • ◆ O crescimento do cristianismo

    Rodney Stark, 1996The Rise of Christianity

    Um sociólogo pergunta como um movimento pequeno se tornou a maioria do Império em três séculos, olhando para redes familiares, epidemias, o cuidado com os doentes e o papel das mulheres.

    Em português
    Paulinas

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  • ◆ Lost Scriptures: Books That Did Not Make It into the New Testament

    Bart D. Ehrman, 2003

    Antologia de evangelhos, atos, cartas e apocalipses não canônicos em tradução inglesa, organizada por um crítico do cristianismo ortodoxo. Útil pelos textos; as introduções defendem a tese de vários cristianismos primitivos em disputa.

    No Diário
    Apócrifos (2)

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  • ◆ The Missing Gospels: Unearthing the Truth Behind Alternative Christianities

    Darrell L. Bock, 2006

    Resposta evangélica às leituras atuais dos textos gnósticos que os apresentam como um cristianismo tão antigo e legítimo quanto o ortodoxo.

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  • ◆ The Canon of the New Testament

    Bruce M. Metzger, 1987

    Estudo de referência sobre a origem, o desenvolvimento e o significado do cânon do Novo Testamento, com as listas antigas traduzidas no apêndice.

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  • ◆ O cânon das Escrituras

    F. F. Bruce, 1988The Canon of Scripture

    Como a Igreja reconheceu os livros do Antigo e do Novo Testamento, com as listas antigas, os critérios e os debates, em linguagem acessível.

    Em português
    Hagnos

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  • ◆ The Christians as the Romans Saw Them

    Robert Louis Wilken, 1984

    O cristianismo visto pelos críticos pagãos: Plínio, Galeno, Celso, Porfírio e Juliano. Ajuda a entender por que os romanos achavam os cristãos estranhos e perigosos.

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Do Edito de Milão a Gregório Magno: Niceia, Calcedônia, Atanásio, os Capadócios, Crisóstomo e Agostinho.

Concílios

Eusébio de Cesareia · c. 260–c. 339

Palestina

Mais 3 obras de Eusébio de Cesareia no acervo

Ário · c. 256–336

Alexandria

Maniqueísmo

Apócrifos do Novo Testamento

Atanásio de Alexandria · c. 296–373

Egito

  • ◆ Quatro discursos contra os arianos

    c. 296–373Four Discourses Against the Arians

    A resposta de Atanásio a Ário, que dizia que houve um tempo em que o Filho não existia. Ao refutá-lo, Atanásio cita trechos da Thalia, o poema de Ário que se perdeu.

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

  • ◆ Sobre a encarnação do Verbo

    c. 296–373On the Incarnation of the Word

    Por que o Verbo se fez carne: para restaurar a imagem de Deus no homem e vencer a morte. Escrito por um jovem Atanásio antes da crise ariana, é um dos clássicos mais lidos da teologia cristã.

    Em português
    Santo Atanásio: Contra os pagãos, A encarnação do Verbo e outros (Paulus, coleção Patrística)

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

  • ◆ Vida de Santo Antão

    c. 296–373Vita S. Antoni (Life of St. Anthony)

    A vida do eremita egípcio que se retirou ao deserto por volta de 270. Lido em todo o Império, o livro espalhou o ideal monástico e teve papel na conversão de Agostinho.

    Em português
    “Vida e conduta de S. Antão”, no volume Santo Atanásio (Paulus, coleção Patrística, vol. 18, 2002)
    No Diário
    Biografia (77)

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Mais 17 obras de Atanásio de Alexandria no acervo

Cirilo de Jerusalém · c. 313–386

Palestina

  • ◆ Catequeses

    c. 313–386Catechetical Lectures

    Instruções dadas em Jerusalém (c. 350) aos que iam ser batizados na Páscoa e, depois, sobre os sacramentos que tinham recebido. Mostram a liturgia da igreja de Jerusalém no século IV.

    Em português
    Catequeses mistagógicas (Vozes)
    No Diário
    Batismo (2)

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Efrém, o Sírio · c. 306–373

Síria (Nísibis e Edessa)

Mais 6 obras de Efrém, o Sírio no acervo

Basílio de Cesareia · c. 330–379

Capadócia

Mais 2 obras de Basílio de Cesareia no acervo

Gregório de Nissa · c. 335–c. 395

Capadócia

Mais 14 obras de Gregório de Nissa no acervo

Egéria · fl. 381–384

Galécia ou Gália

  • ◆ Peregrinação de Egéria

    c. 381–384Itinerarium Egeriae

    Diário de viagem de uma mulher cristã do Ocidente pela Terra Santa, Egito e Síria. Descreve em detalhes a liturgia da Semana Santa em Jerusalém.

    Em português
    Peregrinação de Etéria: liturgia e catequese em Jerusalém no século IV (Vozes)

    Tradução inglesa de M. L. McClure (1919), CCEL (abre em nova aba)

Ambrósio de Milão · c. 340–397

Itália

Mais 10 obras de Ambrósio de Milão no acervo

Jerônimo · c. 347–420

Roma e Belém

Mais 11 obras de Jerônimo no acervo

João Crisóstomo · c. 347–407

Antioquia e Constantinopla

Mais 34 obras de João Crisóstomo no acervo

Adalbert-Gautier Hamman

  • ◆ Os Padres da Igreja

    séc. XX

    Introdução curta e acessível à vida e aos escritos dos principais Pais da Igreja, boa para quem está começando.

    Em português
    Paulinas

Agostinho de Hipona · 354–430

Norte da África

Mais 43 obras de Agostinho de Hipona no acervo

Padres e Madres do Deserto

  • séc. IV–V (coleções do séc. V–VI)◆ Apotegmas dos Padres do Deserto

    Apophthegmata Patrum

    Ditos e histórias curtas dos monges e monjas do Egito, da Palestina e da Síria, sobre oração, humildade, silêncio e discernimento.

Pelágio · c. 354–c. 418

Britânia e Roma

João Cassiano · c. 360–c. 435

Gália

Mais 2 obras de João Cassiano no acervo

Nestório · c. 386–c. 451

Antioquia e Constantinopla

  • ◆ Segunda carta de Nestório a CiriloControverso

    430

    O patriarca de Constantinopla recusa chamar Maria de mãe de Deus (Theotokos) e prefere mãe de Cristo, para não confundir as naturezas. Cirilo de Alexandria o acusou de dividir Cristo em dois, e Éfeso o condenou. A Igreja do Oriente o venera, e muitos estudiosos hoje discutem se ele ensinava de fato o que se chamou nestorianismo.

Vicente de Lérins · m. c. 445

Gália

  • ◆ Comonitório (sobre a antiguidade e universalidade da fé católica)

    m. c. 445Commonitory for the Antiquity and Universality of the Catholic Faith

    Como distinguir a fé verdadeira da heresia: segue o que foi crido em toda parte, sempre e por todos. O critério vicentino é citado até hoje no debate sobre tradição.

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Sócrates Escolástico · c. 380–c. 450

Constantinopla

  • ◆ História eclesiástica

    c. 380–c. 450Ecclesiastical History

    Continuação de Eusébio de 305 a 439, escrita em Constantinopla por um leigo. É a fonte principal da crise ariana e dos concílios do século IV.

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Teodoreto de Ciro · c. 393–c. 458

Síria

Bento de Núrsia · c. 480–547

Itália

  • ◆ Regra de São Bento

    c. 530–540Regula Benedicti

    A regra que organizou o monaquismo ocidental: oração e trabalho, a liturgia das horas, a obediência ao abade e a acolhida dos hóspedes como ao próprio Cristo. Os mosteiros beneditinos guardaram a cultura e a Bíblia na Idade Média.

    Em português
    Várias edições em português, publicadas por mosteiros beneditinos brasileiros

    Texto inglês (Order of Saint Benedict) (abre em nova aba)

Estudos sobre esta era

  • ◆ Patrologia

    Berthold Altaner e Alfred Stuiber, 1966Patrologie

    Manual de patrologia em um volume, com a vida, as obras e a doutrina de cada Pai da Igreja, do Oriente e do Ocidente.

    Em português
    Paulinas

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  • ◆ Doutrinas centrais da fé cristã

    J. N. D. Kelly, 1958Early Christian Doctrines

    O manual clássico sobre como se formaram as doutrinas da Trindade, de Cristo, do pecado, da graça, da igreja e dos sacramentos até Calcedônia.

    Em português
    Vida Nova

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  • ◆ Patrology

    Johannes Quasten (vol. IV dirigido por Angelo Di Berardino), 1950–1986

    Obra de consulta autor por autor, com obras, edições, traduções e bibliografia dos Pais até o século V.

    Em português
    Não há tradução brasileira; a edição espanhola é Patrología (BAC, 4 volumes)

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  • ◆ Santo Agostinho: uma biografia

    Peter Brown, 1967Augustine of Hippo: A Biography

    A biografia de referência de Agostinho, que o situa na África romana tardia. A edição de 2000 acrescenta as cartas e sermões descobertos depois.

    Em português
    Record

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Os mosteiros, a Igreja do Oriente, a controvérsia das imagens, os carolíngios e a separação entre Roma e Constantinopla.

Gregório Magno · c. 540–604

Roma

  • ◆ Regra pastoral

    c. 540–604Pastoral Rule

    Manual do pastor escrito por Gregório Magno no início do pontificado (c. 591): quem pode ser pastor, como deve viver e como falar a cada tipo de pessoa. Foi o livro de cabeceira dos bispos medievais.

    Em português
    Regra pastoral (Paulus, coleção Patrística, vol. 28, 2010)
    No Diário
    Liderança (1)

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Mais 1 obra de Gregório Magno no acervo

Concílios

João Damasceno · c. 675–749

Síria e Palestina

  • ◆ Discursos em defesa das imagens sagradas

    c. 726–730Λόγοι ἀπολογητικοὶ πρὸς τοὺς διαβάλλοντας τὰς ἁγίας εἰκόνας

    Contra os imperadores iconoclastas, Damasceno argumenta que, desde que Deus se fez visível em Cristo, a imagem pode ser venerada, e distingue a veneração da adoração, devida só a Deus. Sua posição venceu no Concílio de Niceia II.

    Texto inglês no Internet History Sourcebooks (Fordham) (abre em nova aba)

  • ◆ Exposição da fé ortodoxa

    c. 675–749Exposition of the Faith

    Síntese da teologia dos Pais gregos (c. 743), lida no Oriente como manual e traduzida para o latim no século XII. Encerra a era patrística no Oriente.

    Texto em inglês no New Advent (abre em nova aba)

Documentos papais

  • séc. VIII (forjada)◆ Doação de ConstantinoFalsificação

    Constitutum Constantini

    Documento forjado, apresentado como decreto de Constantino entregando ao papa Silvestre o poder sobre Roma e o Ocidente. Sustentou pretensões papais por séculos, até Lorenzo Valla demonstrar a falsificação em 1440.

    Texto inglês no Internet History Sourcebooks (Fordham) (abre em nova aba)

  • 16 de julho de 1054◆ Bula de excomunhão de Miguel Cerulário

    O cardeal Humberto, legado de Roma, depositou no altar de Santa Sofia a excomunhão do patriarca de Constantinopla, que respondeu excomungando os legados. É o marco convencional do Grande Cisma entre Oriente e Ocidente. As excomunhões foram levantadas em 1965.

A reforma gregoriana, as ordens mendicantes, a escolástica, a mística e os precursores da Reforma.

Documentos papais

Anselmo de Cantuária · 1033–1109

Normandia e Inglaterra

Bernardo de Claraval · 1090–1153

França

  • ◆ Sobre o amor de Deus

    c. 1126–1141De diligendo Deo

    Os quatro graus do amor, do amor a si mesmo ao amor de si mesmo só por causa de Deus. Bernardo, o grande nome dos cistercienses, foi muito citado por Lutero e Calvino.

    Tradução inglesa (CCEL) (abre em nova aba)

Pedro Lombardo · c. 1096–1160

Paris

  • ◆ Quatro livros de sentenças

    c. 1150–1158Libri quattuor sententiarum

    Coletânea organizada de opiniões dos Pais sobre Deus, a criação, Cristo e os sacramentos. Foi o livro-texto das faculdades de teologia por quatro séculos; Lutero e Tomás de Aquino o comentaram.

Concílios

  • 1215◆ Quarto Concílio de Latrão

    O auge do poder papal medieval sob Inocêncio III: definiu a transubstanciação, obrigou à confissão e à comunhão anuais e regulou a pregação e a repressão aos cátaros.

    Em português
    Em Denzinger e Hünermann, Compêndio dos símbolos (Paulinas e Loyola)

    Cânones em inglês (Fordham) (abre em nova aba)

  • 1414–1418◆ Concílio de Constança (decreto Haec sancta)

    Acabou com o Grande Cisma do Ocidente, com três papas ao mesmo tempo, declarou o concílio superior ao papa (Haec sancta, 1415) e condenou Wycliffe e Hus.

    Em português
    Em Denzinger e Hünermann, Compêndio dos símbolos (Paulinas e Loyola)

Francisco de Assis · 1181/1182–1226

Itália

  • ◆ Escritos de Francisco de Assis (Regra, Testamento, Cântico das criaturas)

    1209–1226

    Os poucos textos que Francisco deixou: a Regra aprovada em 1223, o Testamento e o Cântico do irmão sol. Mostram a pobreza, a pregação itinerante e a alegria que deram origem às ordens mendicantes.

    Em português
    Fontes franciscanas e clarianas (Vozes)

Tomás de Aquino · 1225–1274

Itália e Paris

  • ◆ Suma teológica

    1265–1273 (inacabada)Summa theologiae

    A síntese mais completa da teologia medieval, que usa Aristóteles a serviço da fé. Cada artigo apresenta objeções, a resposta e a solução das objeções. Base da teologia católica posterior e referência também para protestantes.

    Em português
    Suma teológica (Loyola, 9 volumes)

    Tradução inglesa no New Advent (abre em nova aba)Comprar:Amazon (abre em nova aba)

Dante Alighieri · 1265–1321

Florença

  • ◆ A Divina Comédia

    c. 1308–1321Commedia

    A viagem pelo inferno, purgatório e paraíso resume a visão de mundo medieval e critica duramente papas corruptos. É também fonte para a história da devoção e da escatologia populares.

    Em português
    Várias traduções brasileiras (Editora 34, Companhia das Letras, entre outras)

Marsílio de Pádua · c. 1275–1342

Pádua e Paris

  • ◆ O defensor da pazControverso

    1324Defensor pacis

    Defende que o poder político vem do povo e que a Igreja não tem jurisdição coercitiva, nem sobre o Estado nem sobre os fiéis. Condenado pelo papa, antecipou ideias da Reforma e do Estado moderno.

    Em português
    O defensor da paz (Vozes)

Gregório Palamas · 1296–1359

Monte Atos e Tessalônica

  • ◆ Tríades em defesa dos santos hesicastas

    c. 1338–1341

    Defesa da oração dos monges do Monte Atos: Deus é inacessível na sua essência, mas se comunica pelas suas energias, e o santo pode ver a luz incriada. Doutrina confirmada pelos sínodos de Constantinopla (1341–1351) e central na Ortodoxia.

Catarina de Sena · 1347–1380

Itália

João Wycliffe e seguidores · c. 1328–1384

Inglaterra (Oxford)

  • ◆ Bíblia de WycliffeControverso

    c. 1382–1395

    A primeira Bíblia completa em inglês, traduzida da Vulgata pelos seguidores de Wycliffe, que defendia a autoridade da Escritura acima do papa e criticava a transubstanciação. Wycliffe foi condenado postumamente em Constança.

Juliana de Norwich · c. 1343–c. 1416

Inglaterra

  • ◆ Revelações do amor divino

    versão curta c. 1373; longa c. 1395Revelations of Divine Love

    Dezesseis visões de uma reclusa inglesa durante uma doença grave. É o primeiro livro em inglês escrito por uma mulher que se conhece, com a famosa promessa de que tudo ficará bem.

    No Diário
    Sofrimento (7)

    Texto inglês (CCEL) (abre em nova aba)

Jan Hus · c. 1370–1415

Boêmia (Praga)

  • ◆ Sobre a IgrejaControverso

    1413De ecclesia

    A Igreja é o corpo dos predestinados, cuja cabeça é Cristo, e não o papa. Hus foi a Constança com salvo-conduto e foi queimado em 1415. Os hussitas sobreviveram e um século depois Lutero se reconheceu nele.

    No Diário
    Martírio (2)

Tomás de Kempis · c. 1380–1471

Países Baixos

Lorenzo Valla · c. 1407–1457

Itália

  • ◆ Sobre a falsa doação de Constantino

    1440De falso credita et ementita Constantini donatione

    Um humanista mostra, pelo latim usado e pelos anacronismos, que a Doação de Constantino é falsa. É um marco da crítica histórica de documentos. Lutero leu o texto em 1520.

Anabatistas (catálogo PRDL)

Erasmo de Roterdã · c. 1466–1536

Países Baixos e Basileia

  • ◆ Novo Testamento grego (Novum instrumentum omne)

    1516

    A primeira edição impressa e publicada do Novo Testamento grego, ao lado de uma nova tradução latina. Lutero traduziu o NT para o alemão a partir da segunda edição, e Tyndale para o inglês.

Estudos sobre esta era

  • ◆ The Orthodox Church

    Timothy (Kallistos) Ware, 1963

    Introdução de referência à história e à fé da Igreja Ortodoxa, escrita por um inglês convertido que se tornou bispo ortodoxo.

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  • ◆ A civilização do Ocidente medieval

    Jacques Le Goff, 1964La civilisation de l'Occident médiéval

    A Idade Média vista pela história social: o tempo, o espaço, a economia, as mentalidades e o lugar da Igreja na vida cotidiana.

    Em português
    Edusc / Vozes

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  • ◆ A filosofia na Idade Média

    Étienne Gilson, 1944La philosophie au Moyen Âge

    Panorama clássico do pensamento cristão medieval, dos Pais latinos ao fim da escolástica.

    Em português
    Martins Fontes

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  • ◆ The Harvest of Medieval Theology

    Heiko A. Oberman, 1963

    Estudo sobre Gabriel Biel e o nominalismo do fim da Idade Média, a teologia em que Lutero foi formado e contra a qual reagiu.

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  • ◆ Origens intelectuais da Reforma

    Alister McGrath, 1987The Intellectual Origins of the European Reformation

    O humanismo, a escolástica tardia e o agostinianismo medieval como fontes do pensamento dos reformadores.

    Em português
    Origens intelectuais da Reforma (Cultura Cristã, 2007)

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Lutero, Zuínglio, Calvino, os anabatistas, a Reforma inglesa, Trento, Armínio e as grandes confissões de fé.

Martinho Lutero · 1483–1546

Saxônia (Wittenberg)

  • ◆ As 95 teses

    31 de outubro de 1517Disputatio pro declaratione virtutis indulgentiarum

    Teses para um debate acadêmico sobre as indulgências, que se espalharam pela imprensa em semanas. A primeira diz que toda a vida do cristão deve ser arrependimento. É o marco convencional do início da Reforma.

    Em português
    Martinho Lutero, Obras selecionadas, vol. 1 (Sinodal e Concórdia)

    Tradução inglesa (Projeto Gutenberg) (abre em nova aba)

  • ◆ Os tratados de 1520: À nobreza cristã da nação alemã, Do cativeiro babilônico da Igreja e Da liberdade cristã

    1520

    Os três escritos que transformaram a crítica às indulgências num programa de reforma: o sacerdócio de todos os crentes, a crítica ao sistema sacramental e a liberdade do cristão, senhor de todas as coisas pela fé e servo de todos pelo amor.

    Em português
    Martinho Lutero, Obras selecionadas, vol. 2 (Sinodal e Concórdia)

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  • ◆ Da servidão da vontade

    1525De servo arbitrio

    A resposta de Lutero a Erasmo: sem a graça, a vontade humana está presa ao pecado e nada pode fazer para a salvação. Lutero considerava este livro, com o Catecismo, o melhor que escreveu. A tradição arminiano-wesleyana concorda com a incapacidade humana, mas responde com a graça preveniente, que liberta a vontade para responder.

    Em português
    Nascido escravo (Da servidão da vontade)

    Comprar:Amazon (abre em nova aba)Shopee (abre em nova aba)

  • ◆ Catecismo Menor

    1529Der Kleine Katechismus

    Escrito depois de visitar paróquias e ver a ignorância de pastores e fiéis: os Dez Mandamentos, o Credo, o Pai Nosso e os sacramentos, com a pergunta que se repete em cada parte, o que significa isto?

    Em português
    Livro de Concórdia: as confissões da Igreja Evangélica Luterana (Sinodal e Concórdia)

Anabatistas (catálogo PRDL)

Mais 7 autores desta lista

Anglicanos (catálogo PRDL)

Mais 51 autores desta lista

Erasmo de Roterdã · c. 1466–1536

Países Baixos e Basileia

Ulrico Zuínglio · 1484–1531

Zurique

  • ◆ Comentário sobre a verdadeira e a falsa religião

    1525De vera et falsa religione commentarius

    A primeira exposição sistemática da Reforma suíça, dedicada ao rei da França. Explica a Ceia como memorial, o ponto que separou Zuínglio de Lutero em Marburgo (1529).

William Tyndale · c. 1494–1536

Inglaterra e Flandres

  • ◆ Novo Testamento de Tyndale

    1526

    O primeiro Novo Testamento impresso em inglês, traduzido do grego e contrabandeado para a Inglaterra. Tyndale foi executado em 1536; boa parte do seu texto passou para a King James de 1611.

    No Diário
    Martírio (2)

Confissões de fé e catecismos

  • 1527◆ Confissão de Schleitheim

    Sete artigos dos irmãos suíços, redigidos por Michael Sattler pouco antes do seu martírio: batismo dos que creem, disciplina, Ceia, separação do mundo, pastores, recusa da espada e do juramento. É a primeira confissão anabatista.

  • 1530◆ Confissão de Augsburgo

    Confessio Augustana

    Redigida por Filipe Melanchthon e apresentada ao imperador Carlos V na Dieta de Augsburgo. É a confissão fundamental das igrejas luteranas e a primeira grande confissão protestante.

    Em português
    Livro de Concórdia (Sinodal e Concórdia)

    Texto inglês (Book of Concord) (abre em nova aba)

  • 1561◆ Confissão Belga

    Confessio Belgica

    Escrita por Guido de Brès, martirizado em 1567, para as igrejas reformadas perseguidas dos Países Baixos. Forma com o Catecismo de Heidelberg e os Cânones de Dort as Três Formas de Unidade.

    Em português
    Em edições das confissões reformadas (Cultura Cristã)
  • 1563◆ Catecismo de Heidelberg

    Preparado por Zacarias Ursino e Gaspar Oleviano para o Palatinado. Organizado em culpa, graça e gratidão, começa perguntando qual é o único consolo na vida e na morte.

    Em português
    Catecismo de Heidelberg (Cultura Cristã)
  • 1563; forma final 1571◆ Os Trinta e Nove Artigos

    A confissão doutrinária da Igreja da Inglaterra. John Wesley a resumiu nos Artigos de Religião que enviou aos metodistas americanos em 1784.

    Em português
    No Livro de Oração Comum (Igreja Episcopal Anglicana do Brasil)
  • 1610◆ A Remonstrância (os cinco artigos remonstrantes)

    Os seguidores de Armínio, liderados por Johannes Uytenbogaert, resumiram sua posição em cinco artigos: eleição condicionada à fé prevista, Cristo morreu por todos, necessidade da graça e graça resistível. O quinto artigo deixou em aberto se o crente pode cair da graça; em 1618 os remonstrantes afirmaram essa possibilidade. Os Cânones de Dort responderam ponto a ponto.

    Em português
    Traduzidos e comentados em Roger Olson, Teologia arminiana: mitos e realidades (Reflexão)
  • 1618–1619◆ Cânones de Dort

    O sínodo internacional reformado de Dordrecht condenou os remonstrantes e afirmou a eleição incondicional, a expiação eficaz para os eleitos, a graça irresistível e a perseverança dos santos. Daqui vêm os cinco pontos do calvinismo. Os ministros remonstrantes foram depostos e exilados.

    Em português
    Os Cânones de Dort (Cultura Cristã)
  • 1646–1647◆ Confissão de Fé de Westminster

    Redigida pela assembleia de teólogos convocada pelo Parlamento inglês durante a guerra civil, com os Catecismos Maior e Breve. É o padrão doutrinário das igrejas presbiterianas, inclusive no Brasil.

    Em português
    Confissão de Fé de Westminster (Cultura Cristã)

João Calvino · 1509–1564

França e Genebra

Menno Simons · 1496–1561

Frísia

  • ◆ Fundamentos da doutrina cristã

    1539–1540Dat Fundament des Christelycken leers

    O ex-padre que reorganizou os anabatistas pacíficos depois da tragédia de Münster expõe o arrependimento, o novo nascimento, o batismo dos que creem e a vida separada. Os menonitas levam o nome dele.

Inácio de Loyola · 1491–1556

Espanha e Roma

  • ◆ Exercícios espirituais

    aprovados em 1548Ejercicios espirituales

    Roteiro de quatro semanas de oração e discernimento, base da formação dos jesuítas. A Companhia de Jesus, aprovada em 1540, foi o motor da Reforma católica e das missões, inclusive no Brasil a partir de 1549.

    Em português
    Exercícios espirituais (Loyola)
    No Diário
    Missões (21)

Thomas Cranmer · 1489–1556

Inglaterra (Cantuária)

  • ◆ Livro de Oração Comum

    1549; revisões de 1552 e 1662The Book of Common Prayer

    A liturgia da Reforma inglesa em língua comum, obra do arcebispo Cranmer, queimado sob Maria Tudor. A versão de 1662 moldou o culto anglicano e o metodista, e a própria língua inglesa.

    Em português
    Livro de Oração Comum (Igreja Episcopal Anglicana do Brasil)

Huguenotes no Brasil (França Antártica)

  • 10 de março de 1557◆ O primeiro culto protestante nas Américas (França Antártica)

    Villegaignon fundou a França Antártica na baía de Guanabara em 1555 e pediu pastores a Genebra. Em março de 1557 chegaram Pierre Richier, Guillaume Chartier e outros calvinistas, entre eles Jean de Léry, e celebraram o primeiro culto protestante das Américas. Logo depois Villegaignon se voltou contra eles.

  • fevereiro de 1558◆ Confissão de Fé da Guanabara

    Confessio fluminensis

    Intimados por Villegaignon a declarar sua fé em doze horas, Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon e André La Fon escreveram esta confissão calvinista. Os três primeiros foram executados; La Fon se retratou. É a primeira confissão de fé protestante escrita nas Américas.

  • 1564 (no martirológio de Jean Crespin)◆ A tragédia da Guanabara

    Histoire des martyrs (relato dos mártires do Brasil)

    O relato dos mártires da Guanabara, com base no testemunho de Léry, incluído no martirológio protestante de Jean Crespin. Traz o texto da Confissão de Fé da Guanabara.

    Em português
    A tragédia da Guanabara, tradução de Domingos Ribeiro (1917), com reedições posteriores
  • 1578◆ Viagem à terra do Brasil

    Histoire d'un voyage faict en la terre du Brésil

    Jean de Léry, sapateiro e estudante de teologia de Genebra, conta a viagem de 1557, o conflito com Villegaignon e a convivência com os tupinambás. É um clássico da etnografia e da história do Brasil colonial.

    Em português
    Viagem à terra do Brasil (várias edições, entre elas Itatiaia/Edusp e Biblioteca do Exército)

Puritanos (catálogo PRDL)

Mais 63 autores desta lista

John Foxe · 1516/1517–1587

Inglaterra

  • ◆ O livro dos mártires

    1563Actes and Monuments

    A história dos mártires protestantes, sobretudo os ingleses queimados sob Maria Tudor, com documentos de julgamentos. Moldou a identidade protestante inglesa; as edições populares de hoje são resumos bem diferentes do original.

    Em português
    O livro dos mártires (várias edições resumidas, como Mundo Cristão e CPAD)
    No Diário
    Martírio (2)

    Edição resumida em inglês (Projeto Gutenberg) (abre em nova aba)

Arminianos e remonstrantes (catálogo PRDL)

Mais 36 autores desta lista

Teresa de Ávila · 1515–1582

Espanha

  • ◆ Castelo interior

    1577Las moradas

    A alma como um castelo de sete moradas, pelo qual se caminha na oração até a união com Deus. Obra-prima da mística espanhola da Reforma católica.

    Em português
    Castelo interior (Paulus)

Jacó Armínio · 1560–1609

Países Baixos (Leiden)

Estudos sobre esta era

Os puritanos, o pietismo alemão, os morávios, o Grande Despertamento e o metodismo de John e Charles Wesley.

Anabatistas (catálogo PRDL)

Anglicanos (catálogo PRDL)

Mais 213 autores desta lista

Puritanos (catálogo PRDL)

Mais 72 autores desta lista

Arminianos e remonstrantes (catálogo PRDL)

Mais 22 autores desta lista

John Owen · 1616–1683

Inglaterra (Oxford)

  • ◆ A mortificação do pecado

    1656Of the Mortification of Sin in Believers

    Sermões de Owen, o maior teólogo puritano, sobre Romanos 8:13: o crente deve combater o pecado que ainda habita nele, pela força do Espírito.

    Em português
    Mortificação do pecado (Vida, 2005); também em Tentação e mortificação do pecado (PES, 2014)

Richard Baxter · 1615–1691

Inglaterra (Kidderminster)

  • ◆ O pastor aprovado

    1656The Reformed Pastor

    Um pastor puritano propõe aos colegas visitar e catequizar cada família da paróquia. Retrato do ideal pastoral puritano, ainda lido em seminários.

    Em português
    O pastor aprovado (PES)

Thieleman J. van Braght · 1625–1664

Países Baixos

  • ◆ O espelho dos mártires

    1660Het Bloedigh Tooneel, of Martelaers Spiegel

    O martirológio dos anabatistas, com milhares de relatos, cartas e atas de julgamento do século XVI. É o livro mais importante das famílias menonitas e amish depois da Bíblia.

    No Diário
    Martírio (2)

Philipp Jakob Spener · 1635–1705

Alemanha (Frankfurt)

  • ◆ Pia desideria

    1675

    O manifesto do pietismo luterano: estudo da Bíblia em pequenos grupos, sacerdócio de todos os crentes, fé praticada e pregação que edifica. Os morávios e John Wesley herdaram essa piedade.

    Em português
    Pia Desideria: o “manifesto” do pietismo (Editora Esperança, 2023)
    No Diário
    Avivamento (15)

John Bunyan · 1628–1688

Inglaterra (Bedford)

Confissões de fé e catecismos

  • 1677; adotada em 1689◆ Confissão de Fé Batista de 1689 (Segunda Confissão de Londres)

    Adaptação batista da Confissão de Westminster, com o batismo dos que creem e a independência das igrejas locais. Publicada em 1677 e adotada em 1689, depois da tolerância religiosa.

    Em português
    Várias edições brasileiras
    No Diário
    Batistas (4)
  • 1784◆ Artigos de Religião metodistas

    Wesley resumiu os Trinta e Nove Artigos anglicanos e enviou o texto aos metodistas americanos, que se organizaram como igreja na Conferência de Natal de Baltimore (1784). Os artigos foram herdados pelas igrejas metodistas, inclusive a brasileira.

    No Diário
    Metodismo (5)

    Texto inglês (Igreja Metodista Unida) (abre em nova aba)

Igreja Morávia (Herrnhut)

  • desde 1731◆ Os textos diários dos morávios (Losungen)

    Die Losungen

    Refugiados da Boêmia acolhidos pelo conde Zinzendorf em Herrnhut viveram um avivamento em 1727, começaram uma vigília de oração de cem anos e enviaram missionários ao Caribe e à Groenlândia a partir de 1732. Os versículos diários que publicam desde 1731 ainda saem em dezenas de línguas. Foram morávios que levaram John Wesley a Aldersgate.

Jonathan Edwards · 1703–1758

Nova Inglaterra (Northampton)

  • ◆ Uma narrativa fiel da surpreendente obra de Deus

    1737A Faithful Narrative of the Surprising Work of God

    O relato do avivamento de 1734–1735 em Northampton, que se tornou modelo para os avivamentos seguintes na América e na Grã-Bretanha.

    No Diário
    Avivamento (15)
  • ◆ Afeições religiosas

    1746A Treatise Concerning Religious Affections

    Depois do Grande Despertamento, Edwards pergunta quais sinais mostram uma obra verdadeira do Espírito e quais não provam nada. É um clássico do discernimento espiritual.

    Em português
    Afeições religiosas (Vida Nova)
    No Diário
    Avivamento (15)

    Texto inglês (CCEL) (abre em nova aba)Comprar:Amazon (abre em nova aba)Shopee (abre em nova aba)

John Wesley · 1703–1791

Inglaterra

John William Fletcher · 1729–1785

Suíça e Inglaterra (Madeley)

  • ◆ Freios ao antinomianismo

    1771–1775Checks to Antinomianism

    Na controvérsia com os calvinistas metodistas, o vigário de Madeley, que Wesley queria como sucessor, defende a teologia wesleyana da graça e da santidade. Fletcher deu à doutrina da santificação a linguagem do batismo com o Espírito.

John Newton e William Cowper · Newton 1725–1807; Cowper 1731–1800

Inglaterra (Olney)

  • ◆ Hinos de Olney

    1779Olney Hymns

    Hinos para a paróquia de Olney, entre eles Amazing Grace. Newton, ex-traficante de escravos convertido, apoiou depois a campanha de Wilberforce contra o tráfico.

Charles Wesley · 1707–1788

Inglaterra

  • ◆ Coleção de hinos para o povo chamado metodista

    1780A Collection of Hymns for the Use of the People Called Methodists

    O hinário organizado por John Wesley com os hinos do irmão, autor de mais de seis mil. John o chamou de pequeno corpo de divindade experimental e prática: a teologia metodista foi aprendida cantando.

Nicodemos do Monte Atos e Macário de Corinto · compiladores, séc. XVIII

Monte Atos

  • ◆ Filocalia

    1782Φιλοκαλία τῶν ἱερῶν νηπτικῶν

    Antologia de textos sobre a oração e a vigilância interior, do século IV ao XV, publicada em Veneza. Sua tradução eslava (1793) renovou a espiritualidade russa e a Oração de Jesus.

    Em português
    Pequena Filocalia: o livro clássico da Igreja oriental, antologia (Paulus, 2ª ed. 2024)
    No Diário
    Oração (14)

William Carey · 1761–1834

Inglaterra e Índia

  • ◆ Uma investigação sobre a obrigação dos cristãos de usar meios para a conversão dos pagãos

    1792An Enquiry into the Obligations of Christians to Use Means for the Conversion of the Heathens

    Um sapateiro batista argumenta que a Grande Comissão ainda obriga a igreja e propõe uma sociedade missionária, com estatísticas da população do mundo. Carey partiu para a Índia em 1793: é o marco do movimento missionário moderno.

William Wilberforce · 1759–1833

Inglaterra

  • ◆ Uma visão prática do cristianismo

    1797A Practical View of the Prevailing Religious System of Professed Christians

    O parlamentar evangélico que liderou a luta contra o tráfico de escravos (abolido no Império Britânico em 1807) critica o cristianismo nominal das classes altas.

    No Diário
    Escravidão (1)

Estudos sobre esta era

  • ◆ Os puritanos: suas origens e seus sucessores

    D. Martyn Lloyd-Jones, 1987The Puritans: Their Origins and Successors

    Palestras de um pregador galês sobre os puritanos e seus herdeiros, de John Knox aos metodistas calvinistas galeses.

    Em português
    PES

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  • ◆ Teologia puritana: doutrina para a vida

    Joel R. Beeke e Mark Jones, 2012A Puritan Theology: Doctrine for Life

    Panorama da teologia puritana, doutrina por doutrina, com muitas citações das fontes.

    Em português
    Vida Nova
    No Diário
    Puritanos (1)

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  • ◆ The Theology of John Wesley: Holy Love and the Shape of Grace

    Kenneth J. Collins, 2007

    A teologia de Wesley organizada em torno do santo amor e da graça, da graça preveniente à inteira santificação.

    Em português
    Teologia de John Wesley: amor santo e a forma da graça (CPAD)

    Comprar:Amazon (abre em nova aba)Shopee (abre em nova aba)

  • ◆ Wesley e o povo chamado metodista

    Richard P. Heitzenrater, 1995Wesley and the People Called Methodists

    História do metodismo durante a vida de Wesley, escrita pelo editor dos diários dele, com base nas fontes.

    Em português
    Wesley e o povo chamado metodista (Editeo/Pastoral Bennett, 1996; só em sebo)
    No Diário
    Metodismo (5)

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O movimento missionário moderno, o movimento de santidade, o Vaticano I e a chegada das missões protestantes ao Brasil.

Anglicanos (catálogo PRDL)

Charles G. Finney · 1792–1875

Estados Unidos

  • ◆ Palestras sobre avivamentos da religiãoControverso

    1835Lectures on Revivals of Religion

    O principal pregador do Segundo Grande Despertamento ensina que o avivamento é o resultado do uso correto dos meios, com o banco dos ansiosos e as reuniões prolongadas. Influenciou o evangelismo moderno e foi criticado pelos calvinistas da época.

Phoebe Palmer · 1807–1874

Estados Unidos (Nova York)

  • ◆ O caminho da santidade

    1843The Way of Holiness

    A metodista leiga que liderou as Reuniões de Terça-feira para a Promoção da Santidade ensina o caminho mais curto: consagrar tudo no altar, que é Cristo, e crer que a promessa se cumpriu. Seu ensino deu origem ao movimento de santidade.

John Henry Newman · 1801–1890

Inglaterra (Oxford)

  • ◆ Ensaio sobre o desenvolvimento da doutrina cristã

    1845An Essay on the Development of Christian Doctrine

    Escrito enquanto Newman, líder do Movimento de Oxford na Igreja Anglicana, se convertia ao catolicismo. Propõe critérios para distinguir o desenvolvimento legítimo da doutrina da corrupção.

    Texto inglês (Newman Reader) (abre em nova aba)

Protestantismo no Brasil

  • 1855–1861◆ Igreja Evangélica Fluminense e o hinário Salmos e Hinos

    O médico escocês Robert Reid Kalley chegou ao Rio de Janeiro em 1855 e organizou em 1858 a Igreja Evangélica Fluminense, a primeira igreja protestante de missão em língua portuguesa no Brasil, de tradição congregacional. Em 1861 ele e a esposa, Sarah Poulton Kalley, publicaram o hinário Salmos e Hinos.

    Em português
    Salmos e Hinos (ainda em uso, em várias edições)
  • 1852–1867◆ Diário de Ashbel Green Simonton

    O diário do missionário presbiteriano americano que chegou ao Rio em 1859 e fundou a Igreja Presbiteriana do Brasil (1862), o primeiro jornal evangélico do país e o primeiro seminário. Morreu de uma febre aos 34 anos.

    Em português
    O diário de Simonton, 1852–1867 (Cultura Cristã)

J. Hudson Taylor · 1832–1905

Inglaterra e China

  • ◆ As necessidades e os direitos espirituais da China

    1865China's Spiritual Need and Claims

    O apelo que acompanhou a fundação da Missão para o Interior da China: missionários que se vestiam como chineses, iam ao interior e dependiam só da fé, sem pedir dinheiro. Modelo das missões de fé.

    No Diário
    Missões (21)

Concílios

  • 1869–1870◆ Concílio Vaticano I (Pastor aeternus)

    Definiu a infalibilidade do papa quando fala ex cathedra em matéria de fé e moral e a sua jurisdição sobre toda a Igreja. Foi interrompido pela tomada de Roma em 1870. Antes, em 1854, Pio IX já tinha definido sozinho o dogma da Imaculada Conceição.

    Em português
    Em Denzinger e Hünermann, Compêndio dos símbolos (Paulinas e Loyola)

    Decretos em inglês (Papal Encyclicals Online) (abre em nova aba)

William Booth · 1829–1912

Inglaterra (Londres)

  • ◆ Na Inglaterra mais sombria e a saída

    1890In Darkest England and the Way Out

    O fundador do Exército de Salvação, ex-pregador metodista, propõe um plano social para os pobres de Londres: abrigos, trabalho e colônias. Une pregação de santidade e ação social.

    No Diário
    Santidade (9)

Documentos papais

  • 1891◆ Rerum novarum

    Encíclica de Leão XIII sobre a condição dos operários: defende a propriedade privada contra o socialismo, mas também o salário justo e os sindicatos. É o início da doutrina social católica.

    Em português
    Texto oficial em português no site do Vaticano

    Texto em português (Santa Sé) (abre em nova aba)

Abraham Kuyper · 1837–1920

Países Baixos

  • ◆ Calvinismo

    1898Lectures on Calvinism

    As Palestras Stone de Princeton: o calvinismo como visão de mundo para a política, a ciência e a arte. Kuyper fundou a Universidade Livre de Amsterdã e foi primeiro-ministro.

    Em português
    Calvinismo (Cultura Cristã)

Estudos sobre esta era

Azusa, o pentecostalismo brasileiro, Barmen, o Vaticano II, Lausanne e o deslocamento do cristianismo para o Sul global.

William J. Seymour e a Missão da Rua Azusa · Seymour 1870–1922

Estados Unidos (Los Angeles)

  • ◆ The Apostolic Faith (jornal da Missão da Rua Azusa)

    1906–1908

    O jornal do avivamento liderado por um pregador negro de tradição holiness, filho de ex-escravos, numa missão onde brancos, negros e latinos oravam juntos. Os relatos de línguas, curas e missionários enviados ao mundo em poucos meses são a fonte primária do pentecostalismo.

    No Diário
    Avivamento (15)

Movimento de santidade na Ásia

  • 1907◆ Fundação da Igreja Evangélica Holiness da Coreia

    Kim Sang-jun e Jeong Bin, coreanos formados no instituto bíblico da Sociedade Missionária Oriental (OMS) em Tóquio, abriram em 1907 uma missão em Seul. A OMS, fundada por Charles e Lettie Cowman e Ernest Kilbourne, era wesleyana e pregava o evangelho quádruplo: regeneração, santificação, cura divina e a volta de Cristo. Daí nasceu a Igreja Evangélica Holiness da Coreia, hoje presente também no Brasil.

Pentecostalismo no Brasil

  • 1910◆ Fundação da Congregação Cristã no Brasil

    O italiano Louis Francescon, vindo de Chicago, começou a pregar entre imigrantes italianos em Santo Antônio da Platina (PR) e em São Paulo. A Congregação Cristã é, com a Assembleia de Deus, a primeira onda do pentecostalismo brasileiro.

  • 1910–1933◆ Diário do pioneiro

    O diário de Gunnar Vingren, que com Daniel Berg, ambos batistas suecos, chegou a Belém em 1910 e fundou em 1911 a Missão de Fé Apostólica, depois Assembleia de Deus, hoje a maior igreja evangélica do Brasil.

    Em português
    Gunnar Vingren, O diário do pioneiro (CPAD)
  • memórias de 1910 em diante◆ Enviado por Deus: memórias de Daniel Berg

    As lembranças do outro fundador da Assembleia de Deus, o fundidor que vendia Bíblias pelos rios da Amazônia.

    Em português
    Daniel Berg, Enviado por Deus (CPAD)
  • 1955◆ Fundação de O Brasil para Cristo

    Manoel de Mello, evangelista pernambucano formado na Assembleia de Deus e na Cruzada Nacional de Evangelização, fundou em São Paulo a Igreja Pentecostal O Brasil para Cristo, com campanhas em tendas, estádios e rádio. Faz parte da segunda onda pentecostal, com a Quadrangular e a Deus é Amor.

Karl Barth · 1886–1968

Suíça e Alemanha

  • ◆ A Carta aos Romanos

    1919; 2ª ed. reescrita 1922Der Römerbrief

    Comentário de um pastor suíço que rompeu com o liberalismo teológico depois da Primeira Guerra: Deus é totalmente outro e fala na sua Palavra. Caiu, nas palavras de um contemporâneo, como uma bomba no parquinho dos teólogos.

    Em português
    A Carta aos Romanos: segunda versão, 1922 (Sinodal/EST, 2016); também Carta aos Romanos (Fonte Editorial)

Confissões de fé e catecismos

  • 1934◆ Declaração Teológica de Barmen

    A Igreja Confessante alemã, com texto redigido sobretudo por Barth, rejeita a submissão da igreja ao nazismo: Jesus Cristo é a única Palavra de Deus que devemos ouvir, nele confiar e obedecer na vida e na morte.

    Em português
    Declaração Teológica de Barmen, texto integral em português no Portal Luterano da IECLB

    Texto em português (Portal Luterano, IECLB) (abre em nova aba)

  • 1974◆ Pacto de Lausanne

    O Congresso Internacional de Evangelização Mundial, convocado por Billy Graham e redigido sob a coordenação de John Stott, une evangelização e responsabilidade social. Latino-americanos como René Padilla e Samuel Escobar tiveram papel decisivo.

    Em português
    Texto em português no site do Movimento de Lausanne
    No Diário
    Missões (21)

    Texto do Pacto de Lausanne (Movimento de Lausanne) (abre em nova aba)

Dietrich Bonhoeffer · 1906–1945

Alemanha

  • ◆ Discipulado

    1937Nachfolge

    Contra a graça barata, que perdoa sem chamar ao seguimento, Bonhoeffer prega a graça preciosa que custa a vida. Escrito quando dirigia o seminário clandestino da Igreja Confessante; foi enforcado pelos nazistas em 1945.

    Em português
    Discipulado (Sinodal; também Mundo Cristão)

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  • ◆ Resistência e submissão

    cartas de 1943–1945; publicadas em 1951Widerstand und Ergebung

    Cartas e notas da prisão em Tegel, com as perguntas sobre quem é Cristo para nós hoje.

    Em português
    Resistência e submissão (Sinodal)
    No Diário
    Sofrimento (7)

C. S. Lewis · 1898–1963

Irlanda do Norte e Inglaterra

  • ◆ Cristianismo puro e simples

    palestras de rádio 1941–1944; livro 1952Mere Christianity

    Palestras na rádio da BBC durante a guerra sobre o que os cristãos de todas as tradições têm em comum. Tornou-se o livro de apologética mais lido do século XX.

    Em português
    Cristianismo puro e simples (Martins Fontes; Thomas Nelson Brasil)

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Concílios

  • 1962–1965◆ Concílio Vaticano II

    Convocado por João XXIII, mudou a face do catolicismo: liturgia nas línguas do povo, a Igreja como povo de Deus (Lumen gentium), a revelação (Dei verbum), o ecumenismo e a liberdade religiosa. Os protestantes passaram a ser chamados irmãos separados.

    Em português
    Documentos oficiais em português no site do Vaticano

    Documentos em português (Santa Sé) (abre em nova aba)

Estudos sobre esta era

  • ◆ The Missionary Movement in Christian History

    Andrew F. Walls, 1996

    Ensaios sobre a tradução da fé em novas culturas e o deslocamento do cristianismo para o Sul, por um historiador escocês que lecionou na África.

    No Diário
    Missões (21)

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  • ◆ Breve história do pentecostalismo brasileiro

    Paul Freston, 1994

    O ensaio que organizou a história do pentecostalismo brasileiro em três ondas: Congregação Cristã e Assembleia de Deus (1910–1911); Quadrangular, O Brasil para Cristo e Deus é Amor (anos 1950–60); e a Universal e o neopentecostalismo (anos 1970–80).

    Em português
    Em Alberto Antoniazzi e outros, Nem anjos nem demônios: interpretações sociológicas do pentecostalismo (Vozes)

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  • ◆ O século do Espírito Santo

    Vinson Synan (org.), 2001The Century of the Holy Spirit

    Cem anos de pentecostalismo e renovação carismática, de Azusa ao cristianismo global, por um historiador da tradição holiness-pentecostal.

    Em português
    O século do Espírito Santo: 100 anos do avivamento pentecostal e carismático (Vida, 2009)
    No Diário
    Avivamento (15)

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  • ◆ Matriz pentecostal brasileira: Assembleias de Deus (1911–2011)

    Gedeon Freire de Alencar, 2013

    História do primeiro século das Assembleias de Deus por um sociólogo de dentro da tradição, com as tensões entre as matrizes sueca e brasileira.

    Em português
    Matriz pentecostal brasileira: Assembleias de Deus 1911–2011 (Novos Diálogos, 2013; 2ª ed. Recriar, 2019)

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  • ◆ Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil

    Ricardo Mariano, 1999

    Estudo de referência sobre a Universal do Reino de Deus, a Internacional da Graça e a Renascer: teologia da prosperidade, guerra espiritual e uso da mídia.

    Em português
    Loyola

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  • ◆ A próxima cristandade: a chegada do cristianismo global

    Philip Jenkins, 2002The Next Christendom: The Coming of Global Christianity

    O centro do cristianismo se deslocou para a África, a América Latina e a Ásia, com um cristianismo mais pentecostal, mais conservador e mais pobre do que o europeu.

    Em português
    Record
    No Diário
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Textos que a tradição preservou sem data segura; ficam fora da linha do tempo.

Apócrifos do Novo Testamento

Escritos anônimos e diversos

Endereços conferidos em outubro de 2026. Sites com texto na página (HTML) podem ser traduzidos pelo navegador; PDFs digitalizados, não.

Para ler e traduzir no navegador

  • CCEL: Christian Classics Ethereal Library inglês

    Centenas de obras completas em texto (HTML), dos Pais da Igreja a Anselmo, Bernardo, Lutero, Calvino, os puritanos e Wesley. Abre por capítulo e se traduz bem no navegador.

  • New Advent inglês

    Os Pais da Igreja das coleções de Schaff, a Suma teológica completa e a Enciclopédia Católica de 1913, tudo em HTML. É de onde vêm os links das cerca de 400 obras do acervo desta página.

  • Internet History Sourcebooks (Fordham University) inglês

    Trechos bem escolhidos de fontes antigas, medievais e da Reforma, com a referência da tradução usada. Ótimo para estudo e roteiro.

  • Wesleyan Holiness Digital Library (WHDL) inglês e outras

    O acervo da tradição wesleyana e de santidade, que hoje abriga o antigo Wesley Center Online: sermões, diários e escritos de Wesley e autores holiness.

  • Project Gutenberg várias

    Livros de domínio público completos em HTML, entre eles muitos clássicos cristãos, de Agostinho a Bunyan.

  • Wikisource em português português

    Textos em domínio público, inclusive traduções em português e, às vezes, o original latino ao lado.

  • Santa Sé (vatican.va) português

    Versões oficiais em português de encíclicas, documentos conciliares e do Catecismo, sobretudo dos séculos XIX a XXI.

  • Papal Encyclicals Online inglês

    Bulas, encíclicas e decretos dos concílios em inglês, inclusive documentos medievais que o site do Vaticano não traz.

  • Project Wittenberg inglês e alemão

    Textos de Lutero e da tradição luterana.

  • BookOfConcord.org inglês

    As confissões luteranas do Livro de Concórdia: Confissão de Augsburgo, Catecismos e Fórmula de Concórdia.

  • Monergism inglês

    Biblioteca reformada com e-books gratuitos de reformadores e puritanos.

  • Early Church Fathers: obras adicionais (tertullian.org) inglês

    Traduções de obras patrísticas que não estão nas coleções de Schaff, reunidas por Roger Pearse.

  • Early Christian Writings inglês

    Índice dos escritos cristãos até c. 250, canônicos, apócrifos e gnósticos, com datas propostas e links para traduções.

  • Gnostic Society Library inglês

    Textos de Nag Hammadi, maniqueus e cátaros. O site é mantido por uma igreja gnóstica moderna: use os textos antigos e leia as introduções com esse cuidado.

Para consulta (PDFs e catálogos)

  • Documenta Catholica Omnia latim, grego e outras

    Catálogo cronológico de autores com a Patrologia Latina e a Patrologia Grega de Migne. Quase tudo em PDF digitalizado: bom para consulta pontual, difícil para traduzir no navegador.

  • Post-Reformation Digital Library (PRDL) latim, inglês e outras

    Catálogo de links para obras de teólogos de 1500 a 1800, protestantes e católicos, organizado por autor. Leva sobretudo a livros digitalizados.

  • Corpus Thomisticum latim

    A obra completa de Tomás de Aquino em latim.

  • Internet Archive várias

    Edições antigas digitalizadas de quase tudo em domínio público. Muitos livros têm a opção de texto completo, que dá para traduzir, com alguns erros de leitura automática.

  • HathiTrust várias

    Acervo digitalizado de bibliotecas universitárias; as obras em domínio público podem ser lidas inteiras.

  • Biblioteca Nacional Digital de Portugal (BNDigital) português antigo e latim

    Manuscritos e impressos portugueses digitalizados: os códices do mosteiro cisterciense de Alcobaça, incunábulos, livros reservados e periódicos. Útil para a história da Igreja em Portugal e no Brasil colonial.

  • Gallica (Biblioteca Nacional da França) francês e latim

    Milhões de livros e manuscritos digitalizados, entre eles as edições antigas dos huguenotes, de Calvino e de Jean de Léry.

  • PRDL: lista de bibliotecas digitais várias

    Mais de cem bibliotecas digitais da Europa e da América reunidas pelo PRDL, país por país, para quem quer achar uma edição antiga específica.

  • Theological Commons (Seminário Teológico de Princeton) inglês e outras

    Biblioteca digital do Seminário Teológico de Princeton: livros e revistas de teologia e história da Igreja em domínio público, com busca no texto completo.

  • Europeana várias (interface em português)

    Portal que reúne acervos digitalizados de bibliotecas, arquivos e museus de toda a Europa: manuscritos, livros antigos, gravuras e mapas, numa só busca.

Para achar estudos e artigos

  • Index Theologicus (IxTheo) várias

    Bibliografia internacional gratuita de teologia e religião, com artigos e livros pesquisáveis por tema, período e autor.

  • Regesta Imperii OPAC várias

    Bibliografia gratuita enorme sobre a Idade Média, muito útil para os séculos IX a XV.

  • DOAJ: Directory of Open Access Journals várias

    Revistas acadêmicas de acesso aberto, inclusive de teologia e história.

  • SciELO português e espanhol

    Revistas brasileiras e latino-americanas com artigos gratuitos em português.

  • Google Acadêmico várias

    Busca de artigos e livros acadêmicos; o link [PDF] à direita de um resultado costuma indicar uma versão gratuita.

O acervo de fontes primárias aponta para as traduções inglesas das coleções de Philip Schaff (domínio público), publicadas no New Advent. Títulos em português, datas, comentários e indicações de edições são do Diário do Diego; as datas antigas são aproximadas. Só aparecem edições em português e links conferidos. Os botões Amazon e Shopee são links de afiliado: você paga o mesmo e o site recebe uma pequena comissão.