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Mostrando postagens de abril, 2022

Mt 28. 1–10 - Buscando a Jesus, desesperadamente!

7º sermão da série “Via Dolorosa: A história da Páscoa cristã” — baseado em Mateus 28. 1–10 para a Igreja Daehan | MEP // 17.04.22. por Diego Gonçalves Hoje, pretendo olhar para a ressurreição através dos olhos de um grupo de mulheres. Eram mulheres da Galiléia. Familiarizadas com Jesus. Discípulas de Jesus. Elas aparecem demonstrando amor, cuidado, afeto e confiança no Senhor em várias situações da vida e do ministério de Jesus. Realmente, elas são um grupo especial, e pra nós, hoje elas serão a janela através da qual olharemos para a ressurreição. Vamos ler os dez primeiros versículos do capítulo 28 de Mateus. TEXTO BÍBLICO: 1. Passado o sábado, no começo do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. 2. E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, removeu a pedra e sentou sobre ela. 3. O aspecto dele era como um relâmpago, e a sua roupa era branca como a neve. 4. E os guardas, com medo do anjo, tremera...

Sl 40:3 - A Profundidade da Adoração

Há dois elementos profundos na adoração: celebração e proclamação. Introdução Durante uma viagem em família à Costa Dourada-BA (divisa entre Bahia e Espírito Santo), testemunhei as maravilhas da falésias que são caracterizadas por um extenso paredão rochoso que se distribui ao longo da linha costeira, muito próximo ou em contato direto com o mar. Ao observar as reações da minha família ao redor, percebi que elas expressavam um sentimento de admiração e contemplação diante do espetáculo da natureza. Essa mesma dinâmica se aplica à nossa adoração a Deus. Ou, pelo menos, deveria. Quando adoramos, devemos testemunhar a manifestação espetacular de Deus. Devemos vivenciar algo além de nós mesmos. Devemos ficar maravilhados, encantados e hipnotizados pelo poder vivificante de Deus que flui em nossas vidas. E, como resultado, devemos ser motivados a compartilhar essa experiência com os outros. O que a Costa Dourada-BA proporciona aos turistas na Bahia, nossa adoração a Deus deve proporcionar à...

Jo 20:19-23 - Enchendo o tanque outra vez

Palavra: “Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “Paz seja com vocês!” 20. Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se quando viram o Senhor. 21. Novamente Jesus disse: “Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio”. 22. E com isso, soprou sobre eles e disse: “Recebam o Espírito Santo. 23. Se perdoarem os pecados de alguém, estarão perdoados; se não os perdoarem, não estarão perdoados”. — João 20.19-23 INTRODUÇÃO: Alguma vez na vida você já andou em um carro com o tanque vazio? A verdade é que nem sempre ele ficou vazio. Tenho absoluta certeza de que qualquer carro, pelo menos uma vez na vida, já se viu completamente abastecido. Mas pode acontecer imprevistos. E tudo bem! Você está seguindo viagem, e no meio dela surge aquele super engarrafamento, e o dia está bem quente, e você precisou ligar o ar condicionado no má...

A cruz de Jesus, o nosso pecado e a santidade de Deus!

CONTEXTO : 💡 Após ser julgado no sinédrio pelos principais judeus (26. 57-68), Jesus é condenado por Pilatos no pretório romano (27. 11-26)! Antes de ir para o Gólgota, local conhecido como Lugar da Caveira (27. 33), Jesus foi açoitado pelos soldados romanos de uma forma muito cruel (27. 27-31). Não sabemos para onde os discípulos fugiram, exceto João que permaneceu junto às mulheres que seguiam Jesus: Maria Madalena, Maria mãe de Tiago e José, e Salomé esposa de Zebedeu e mãe de Tiago e João. PALAVRA : 45 A partir do meio-dia, houve trevas sobre toda a terra até as três horas da tarde. 46 Por volta de três horas da tarde, Jesus clamou em alta voz, dizendo: — Eli, Eli, lemá sabactani? — Isso quer dizer: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” 50 E Jesus, clamando outra vez em alta voz, entregou o espírito. MATEUS 27. 45-46; 50 INTRODUÇÃO: A morte de Jesus Cristo é o evento mais significativo de todos os tempos. Muito antes de acontecer, profetas do Antigo Testamento já haviam ...

Jo 18.36 - Nosso reino não é aqui!

Devocional: Jesus foi preso e está sendo interrogado por Pilatos. Ele é acusado de ser um revolucionário que lideraria uma revolta violenta contra o império. Pilatos, que já teve contato com possíveis libertadores, tem dificuldade em entender Jesus como um revolucionário. Com apenas um punhado de seguidores, ele se questiona se Jesus realmente é capaz de liderar uma revolta. Pilatos pergunta diretamente a Jesus se ele é o rei dos judeus, e Jesus confirma seu chamado real, mas explica que sua realeza é diferente e segue um caminho diferente. Palavra: Jesus respondeu: “Meu reino não é deste mundo. Se fosse, meus seguidores lutariam para impedir que eu fosse entregue aos líderes judeus. Mas meu reino não procede deste mundo”. (João 18:36) Interpretar as palavras de Jesus de uma forma que separa claramente o seu reino celestial da ação de Deus no mundo é um erro. O reino de Jesus não é tão celestial que não possa fazer bem na terra. Embora não se origine deste mundo, o reino de Jesus não é...