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2 Tessalonicenses 3 - Estudo Bíblico Indutivo

2 Tessalonicenses 3 — Oração, trabalho, disciplina e perseverança Texto-base 2 Tessalonicenses 3:1–18 Esboço I. Oração, fidelidade de Deus e perseverança — 2 Tessalonicenses 3:1–5 II. Trabalho, disciplina e responsabilidade cristã — 2 Tessalonicenses 3:6–15 III. Paz, autenticidade e graça — 2 Tessalonicenses 3:16–18 I. Oração, fidelidade de Deus e perseverança 2 Tessalonicenses 3:1–5 Perguntas para discussão Quais são os pedidos finais que Paulo faz aos tessalonicenses? 2 Tessalonicenses 3:1–2 Por que Paulo pede oração para que a Palavra do Senhor se propague? O que significa a expressão “como também está acontecendo entre vocês”? 1 Tessalonicenses 1:5–8 Quem poderiam ser os “homens perversos e maus” mencionados no versículo 2? Que contraste existe entre o final do versículo 2 e o início do versículo 3? O que Deus promete fazer pelos cristãos segundo o versículo 3? Para onde Paulo deseja que o Senhor conduza o coração dos tessalonicenses? 2 Tessalonicenses 3:5 1. “Irmãos, orem por nós”...

O que é contentamento?

Hoje, (22/9/23) compartilhei esse devocional em nossa célula. Espero que isso possa alcançar e abençoar você também.

"A minha alma espera somente em Deus; dele vem a minha salvação." (Salmos 62:1)

Contentamento não é uma palavra muito na moda. A lógica do mundo é que você sempre quer mais, sempre pode melhorar, nunca é suficiente. A lógica bíblica aponta pra outra direção.

Contentamento começa no coração. O Salmo 62 diz que a alma do salmista espera somente em Deus, e é daí que vem a salvação. Essa espera não é resignação passiva, é a escolha ativa de não buscar estabilidade no lugar errado. É fácil dizer que confia em Deus quando tudo vai bem. Quando a vida complica é que o contentamento mostra o que é feito.

Paulo em 2 Coríntios 6:10 descreve sua situação como "entristecido, mas sempre alegre; pobre, mas enriquecendo muitos; nada tendo, e possuindo tudo." Esse paradoxo não é exagero retórico. É a experiência real de quem encontrou algo mais sólido do que as circunstâncias como base. Paulo não fingiu que tudo estava bem. Ele estava sofrendo. Mas dentro desse sofrimento havia uma paz que as circunstâncias não conseguiam tocar.

O Salmo 119:71 diz: "foi bom para mim ter sido afligido." Não que a aflição em si seja boa, mas que, dentro dela, o salmista encontrou algo de valor: a proximidade de Deus. Contentamento não é a ausência de problemas. É a descoberta de que Deus está presente dentro dos problemas.

Viver contente não é fingir que está tudo bem. É aprender, como Paulo aprendeu, que há uma paz que vem de uma fonte que os problemas não conseguem secar. Isso não é automático. É algo que se aprende ao longo do caminho.

Oração:

Senhor, ensina-me a estar contente. Não a fingir que está tudo bem, mas a descansar em você mesmo quando não está. Que eu aprenda que você é suficiente, não como teoria, mas como experiência real. Amém.

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