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2 Tessalonicenses 3 - Estudo Bíblico Indutivo

2 Tessalonicenses 3 — Oração, trabalho, disciplina e perseverança Texto-base 2 Tessalonicenses 3:1–18 Esboço I. Oração, fidelidade de Deus e perseverança — 2 Tessalonicenses 3:1–5 II. Trabalho, disciplina e responsabilidade cristã — 2 Tessalonicenses 3:6–15 III. Paz, autenticidade e graça — 2 Tessalonicenses 3:16–18 I. Oração, fidelidade de Deus e perseverança 2 Tessalonicenses 3:1–5 Perguntas para discussão Quais são os pedidos finais que Paulo faz aos tessalonicenses? 2 Tessalonicenses 3:1–2 Por que Paulo pede oração para que a Palavra do Senhor se propague? O que significa a expressão “como também está acontecendo entre vocês”? 1 Tessalonicenses 1:5–8 Quem poderiam ser os “homens perversos e maus” mencionados no versículo 2? Que contraste existe entre o final do versículo 2 e o início do versículo 3? O que Deus promete fazer pelos cristãos segundo o versículo 3? Para onde Paulo deseja que o Senhor conduza o coração dos tessalonicenses? 2 Tessalonicenses 3:5 1. “Irmãos, orem por nós”...

Deuteronômio 1.29-31 - A Batalha É Do Senhor

Deuteronômio 1:29-31 NVT
"Eu lhes disse: 'Não entrem em pânico nem tenham medo deles! O SENHOR, seu Deus, irá adiante de vocês. Ele lutará em seu favor, conforme tudo que vocês o viram fazer no Egito. Também viram como o SENHOR, seu Deus, cuidou de vocês ao longo do caminho, enquanto viajavam pelo deserto, como um pai cuida de seu filho. Agora ele os trouxe a este lugar.'"

Tem uma imagem nesse versículo que eu não consigo ler sem parar: "como um pai cuida de seu filho." No original, é mais forte ainda — a ideia é de um pai carregando o filho nos braços. Não empurrando pela frente, não apontando o caminho. Carregando.

O contexto é Israel na beira da terra prometida. Quarenta anos de deserto atrás. Moisés repassando a história com o povo antes de eles finalmente entrarem — incluindo a parte vergonhosa: que quarenta anos antes, quando chegaram pela primeira vez, tiveram medo dos gigantes e recusaram entrar. Moisés lembra o encorajamento que deu naquela hora e que eles rejeitaram. E diz que o encorajamento ainda vale: o Senhor lutará em favor de vocês. Da mesma forma que lutou no Egito.

A gente tende a achar que medo é sinal de pouca fé. Mas Israel viu as pragas do Egito, viu o mar abrir, viu maná cair do céu — e ainda teve medo dos gigantes. O problema não era falta de experiência com Deus. Era que o tamanho do obstáculo parecia maior do que a memória dos milagres.

A gente conhece isso.

O que Moisés faz aqui não é cobrar mais fé. É apontar pra história já vivida. "Viram o que Deus fez." A lembrança do que Deus fez ontem é a base pra confiar nEle hoje. Não porque a situação ficou mais fácil — os gigantes continuavam lá. Mas porque a batalha é do Senhor.

E o pai que carrega o filho no deserto não carrega só quando o filho está bem e andando bonito. Carrega exatamente quando o filho está cansado demais pra dar mais um passo. Quando o terreno está difícil demais. Quando a terra prometida ainda parece longe demais.

Senhor, que quando a gente olhar pro tamanho do que está pela frente e o medo aparecer, a gente consiga lembrar o que Tu já fizeste. E que a memória dos Teus cuidados seja maior do que a visão dos gigantes. Amém.

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