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Fracasso e culpa: como se perdoar e recomeçar com Deus

Vocação e fracasso

Diego Gonçalves16 min de leitura3.258 palavras

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Neste texto

Numa série sobre propósito e vocação, me veio ao coração tratar de um tema que a gente quase nunca lembra quando fala de vocação: o fracasso. Eu já cheguei aos 40, e uma coisa que aprendi é que, quanto mais a gente vive, mais se depara com fracassos. Mas isso não significa que devemos desistir quando as coisas não saem como esperado.

Entender que o fracasso pode ser algo positivo é essencial. Deus espera que a gente tire lições dos nossos tombos e, principalmente, que aprenda a não repetir os mesmos erros. É importante encarar nossas limitações e assumir responsabilidade pelo que fazemos, porque não dá pra resolver um problema se a gente não encara ele de frente. Com a ajuda de Deus, podemos transformar esses fracassos em vitórias.

Nem todo fracasso é fracasso

Às vezes a gente falha simplesmente porque não tem capacidade pra fazer certas coisas. Pode ser que você adore jogar vôlei ou futsal aqui na igreja, mas isso não significa que esteja pronto pra competir nas Olimpíadas. E tudo bem. Deus não nos pede algo sem nos dar os meios pra isso. Não vale a pena passar a vida se achando um fracassado por não ter sucesso em algo que talvez você nem devesse estar tentando fazer.

Todos temos sonhos que não conseguimos realizar por completo, e isso não é sinônimo de fracasso. Muitas vezes deixamos de reconhecer nossas conquistas porque ficamos focados no que não conseguimos fazer. Existem muitas coisas que você pode fazer que glorificam a Deus. Se deixarmos o fracasso nos desanimar, nunca vamos alcançar o que poderíamos se continuássemos tentando.

Todo mundo erra, isso é fato, e Deus sabe muito bem das nossas fraquezas. Como diz o salmista: “Pois ele conhece a nossa estrutura; sabe que somos pó” (Sl 103:14). Ele entende os nossos limites, e a gente também precisa entender. O sucesso de verdade não vem de fugir dos erros, mas de saber como lidar com eles.

Tentar e falhar é melhor que não tentar

No ano passado, tive a chance de conhecer um pouco mais o Sr. Oscar Lee Bujangnim. Ele me contou que, antes de chegar onde está, tentou várias coisas diferentes na vida. A Alessandra, por exemplo, abriu e fechou nove lojas antes de conseguir fazer a atual dar certo. E você certamente já ouviu histórias como as de Silvio Santos, Lula, Steve Jobs, Michael Jordan, Walt Disney e J. K. Rowling, a autora de Harry Potter. Todos eles passaram por diversos fracassos antes dos seus grandes sucessos.

Não estou aqui pra ser coach motivacional, dando dicas pra “destravar” ou entregando a fórmula do sucesso. O que quero destacar é que é melhor tentar e falhar do que nunca tentar por medo de errar. A gente só descobre até onde pode ir quando se arrisca a ponto de falhar completamente. Thomas Edison testou mais de cinco mil tipos de filamento para lâmpadas antes de achar um que funcionasse, e a persistência dele diante de tantos fracassos nos trouxe a luz elétrica moderna.

Grandes realizações geralmente pedem que a gente enfrente certos riscos. Diz a Bíblia: “Pois Deus não nos deu espírito de medo, mas de poder, de amor e de equilíbrio” (2Tm 1:7). O medo pode ser mais destrutivo que o próprio fracasso, porque cria barreiras que impedem a gente de avançar. Então pare de ter medo de errar. Mantenha o foco nos seus objetivos, e não nos seus medos, e prossiga com firmeza.

Medo e ansiedade paralisam a criatividade e provocam uma confusão mental que nos leva a decisões inconsistentes e hesitantes. Se falta clareza de pensamento, a capacidade de agir com eficácia também falha. A Palavra de Deus nos orienta a não viver ansiosos com as adversidades da vida. O apóstolo Paulo ensina: “Não andeis ansiosos por coisa alguma” (Fp 4:6), e nos incentiva a levar todas as preocupações a Deus em oração. Em vez de se perder em preocupações, devemos nos dedicar à oração.

Quando o fracasso vira culpa

Daqui em diante, vamos levar a conversa para um lado um pouquinho mais espiritual. Encarar nossos próprios fracassos pode ser muito difícil, principalmente quando a gente não consegue se perdoar por ter falhado. Ficar preso num ciclo de culpa e punição própria impede que a gente avance do fracasso para o sucesso.

Quero compartilhar uma experiência pessoal. Lembro da primeira vez que fui convidado a tocar em outra igreja, aos 13 ou 14 anos. Eu sabia tocar só três acordes, mas aceitei o convite mesmo assim. A igreja alugou um grande caminhão de feira, transformou em palco e montou o som em cima. Não sei por quê, mas decidiram me colocar pra tocar e cantar no momento de maior movimento. Quando subi no palco, minhas pernas tremiam e eu suava sem parar. O baterista contou até quatro, comecei um solo e, no primeiro acorde, a corda da guitarra arrebentou e desafinou tudo. A banda se desorganizou, as vozes se desencontraram, e eu, desesperado, só queria que aquele momento acabasse. Foi terrível. Saí de lá jurando que nunca mais tocaria em público. Mas, no dia seguinte, estava de volta à igreja local, tocando de novo.

Por isso, meu querido, se você falhar, tudo bem. Essas coisas acontecem. Se cometer um erro no trabalho, admita e dê a si mesmo a chance de recomeçar. Reconhecer e confessar os erros é o primeiro passo pra deixar o passado pra trás: “Quem esconde seus erros não prospera, mas quem os confessa e os deixa encontra misericórdia” (Pv 28:13). Fracassar não faz de você um fracassado. O importante é como a gente reage aos erros. Se você esconde o fracasso, ele pode virar assombração. Se confessa, cria uma grande oportunidade de superá-lo. Isso, minha gente, tem tudo a ver com perdão. Você precisa se perdoar e aceitar o perdão de Deus como expressão genuína da graça dele.

Aceitar as nossas limitações é um passo crucial que muitas vezes a gente negligencia. Já notei, nas reuniões de oração, que temos a tendência de assumir mais falhas do que deveríamos. Eu mesmo já me peguei fazendo isso. De algum jeito, criamos o hábito de nos considerar falhos quando, na realidade, só não estamos reconhecendo as nossas limitações. Deus nos deu dons e habilidades específicas pra servi-lo. Não podemos fazer tudo, mas podemos fazer algo significativo por ele. É importante identificar as nossas capacidades e concentrar os esforços nelas, deixando de lado a preocupação com o que está além do nosso alcance.

Lembro de uma vez em que preguei num culto para pessoas com deficiências sérias. Um jovem clamou com esforço: “Eu quero andar.” Oramos com fervor por ele e pelos outros presentes. Mas não houve cura, nem milagre. Aquilo me pareceu um triplo fracasso: o do jovem que buscava o milagre, o meu como pregador e o da igreja que apoiava aquele desejo. Naquela época, eu ainda não enfrentava a minha doença, e o líder desse jovem estava saudável. Hoje eu lido com a minha enfermidade, e o líder dele com um câncer terminal, tendo superado as expectativas de vida dadas pelos médicos.

Parece uma história marcada pelo fracasso. Mas, recentemente, vi esse jovem numa postagem de Instagram de uma igreja e senti muita alegria. Ele continua servindo ao Senhor, com um semblante de esperança que as palavras não alcançam. No ano passado, esse nosso amigo, enfrentando o câncer, foi ordenado pastor. E aqui estou eu, continuando nesta missão preciosa com vocês. Todos nós, envolvidos naquela história, seguimos servindo ao Senhor com alegria, apesar das negativas em certas orações.

Minha gente, ninguém atravessa um lago na primeira tentativa de nadar. É preciso dividir o objetivo em etapas menores e mais fáceis de cumprir. Simplificando as metas, aumentamos as chances de sucesso. Não devemos tentar tanto a ponto de estarmos fadados ao fracasso. Lembre que o tempo está ao nosso favor. Mesmo que pareça que a gente anda dois passos pra frente e um pra trás, ainda assim estamos avançando, e é mais provável chegar aos objetivos aos poucos do que num único grande salto.

Como lembra o autor de Provérbios: “Pois o justo pode cair sete vezes e se levantar” (Pv 24:16). Não desanime. Deus ainda não terminou a obra dele em nós. O processo de crescimento e amadurecimento espiritual está só começando. Um dos versículos que mais aprecio é este: “Estou plenamente certo de que aquele que iniciou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus” (Fp 1:6). Deus começou algo em você, e isso continuará até que Cristo volte ou até que você esteja com ele. O fracasso não é o fim da história, é só um desafio no caminho.

Tentação, pecado e culpa

Para superar o fracasso, é essencial parar de se condenar. A graça de Deus é mais que suficiente pra cobrir os nossos erros. A culpa surge como um julgamento próprio, fruto de uma consciência em conflito.

A equação da tentação é desejo mais oportunidade. Digamos que alguém esteja indo pra igreja, pra cultuar ao Senhor, e no meio do caminho leve uma fechada no trânsito. Ela pode sentir o desejo e a oportunidade de xingar e até de arrumar briga. Se não xinga, não briga e não deseja mal ao próximo, não cedeu à tentação. A equação do pecado é desejo mais oportunidade mais ação. Ou seja, a pessoa cede à tentação e põe pra fora, de propósito, o fruto do seu desejo na primeira oportunidade que aparece.

Uma vez cometida a ação, todo pecado gera culpa no coração do pecador. Se a pessoa é um bom cristão, essa culpa pode levar à confissão e ao perdão de Deus. Se não tem sido, a culpa pode ser empurrada pro subconsciente e ficar corroendo as emoções por dentro. A culpa tem um papel significativo nos distúrbios psicológicos. Muitas vezes tentamos lidar com ela por mecanismos de defesa, como negação, transferência de culpa, supressão ou autojustificação. Esses sentimentos levam à autocondenação e aparecem como ansiedade, sentimento de inferioridade, medo, preocupação e pessimismo. Quando não resolvidos, podem tomar várias formas de disfarce psicológico.

A culpa acontece quando a gente percebe que não atingiu um padrão de comportamento que considera correto. Esse padrão é como uma regra interna que ajuda a decidir o que é certo ou errado. Quando a gente não consegue segui-la, sente culpa, e aí temos três opções: fingir que nada aconteceu, ficar se culpando ou admitir o erro.

Fingir que o problema não existe é a pior escolha. Se a gente ignora os erros, nunca aprende com eles, e encarar a realidade é crucial pra resolver as nossas questões. Se punir por erros é como inventar jeitos de se machucar emocionalmente, o que leva a gente a se sentir mal e até a tratar os outros com raiva ou amargura. Isso só cria mais problemas e confusão. Admitir o erro é ser sincero consigo mesmo, aceitar que falhou. Pode ser difícil, mas é o primeiro passo pra receber perdão. É como abrir uma porta trancada, que deixa a gente seguir em frente.

Arrependimento e confissão

O primeiro passo pra lidar com a culpa é se arrepender. Arrepender-se é mudar de postura e de comportamento. O arrependimento é uma decisão que acontece na mente e gera vontade de mudar as ações. Se a gente erra de novo, se arrepende de novo. Quem continua tentando justificar o erro nunca vai conseguir corrigi-lo, e quem se recusa a se arrepender vai continuar errando. O arrependimento exige sinceridade: precisamos nos encarar como realmente somos e fazer algo a respeito. Identifique as atitudes e ações erradas que estão te consumindo de culpa. Você nunca vai se libertar da culpa até encarar o seu pecado.

No conceito bíblico, confessar é concordar, repetir o que Deus disse. Quando a gente admite as falhas a Deus, está concordando com ele que errou, reconhecendo que o jeito dele é o correto e que nós falhamos. A chave pra lidar com a culpa é se arrepender, e o caminho é confessar. A Bíblia promete que, se admitirmos nossos erros, ele é fiel e justo pra nos perdoar e nos purificar de toda injustiça (1Jo 1:9). Confessar leva a uma consciência tranquila, que ajuda a curar a alma culpada. Sem essa paz interior, a culpa não se resolve.

O objetivo de se arrepender e confessar é ter uma consciência tranquila, o contrário de uma consciência culpada. Limpar a consciência é tirar os empecilhos da culpa, e isso é mais simples do que parece. Sempre que confessamos com sinceridade o nosso erro, tiramos a culpa da consciência e, com ela, o medo e a ansiedade. O erro gera culpa, a confissão elimina a culpa e limpa a consciência. Com a consciência limpa, você não vive mais na expectativa de quem vai te desmascarar. O medo some porque você não tem mais nada a esconder.

Ter uma consciência tranquila é uma das necessidades mais importantes da vida. Uma consciência culpada vai te impedir de ser útil a Deus, de evangelizar e de animar os outros. D. L. Moody disse uma vez: “Nunca vi Deus usar um cristão desanimado.” Deus quer perdoar os seus erros, limpar a sua consciência e libertar você pra servi-lo. Tudo o que deu errado pode ser corrigido.

A Bíblia diz que existe um único pecado que não pode ser perdoado: a blasfêmia contra o Espírito Santo (Mt 12:31-32). Todos os outros podem. Mas precisamos levar a sério a oferta de perdão de Deus. Ele está sempre pronto a perdoar você, e você precisa estar pronto a se perdoar. Jesus sempre enfatizou que veio salvar, e não condenar (Jo 3:17). Quando a gente se condena, acaba rejeitando a graça e o perdão que Deus oferece, e rejeitando a única solução verdadeira para a nossa culpa.

A graça paga o que a gente não consegue

A salvação acontece num estalar de dedos, mas inicia um processo que dura a vida inteira. A conversão é instantânea, o crescimento espiritual é gradual e constante. Aprender a lidar com os fracassos e com a culpa que eles trazem faz parte desse processo. Ninguém é perfeito. Todos somos falhos aos olhos de Deus (Rm 3:23). E Deus, que nos conhece melhor que ninguém, está sempre pronto pra perdoar. Quando ele perdoa, esquece.

Sabendo que Deus está disposto a nos perdoar, a gente precisa aprender a se perdoar. A vida é cheia de fracassos de todo tipo: acadêmicos, econômicos, amorosos, morais, profissionais, sociais. Toda vez que a gente falha, a consciência age como um juiz interno que nos declara culpados. Quando não aceitamos o perdão de Deus, acabamos nos punindo, e essa autopunição costuma levar a mais fracassos e mais culpa, num ciclo de autocondenação.

A autopunição nunca vai resolver os nossos pecados nem pagar por eles. Precisamos aceitar o perdão de Deus, que foi posto ao nosso alcance pelo sacrifício do Filho na cruz. Jesus morreu para pagar pelos nossos pecados e para apaziguar a ira de Deus contra eles. Por meio do sacrifício de Cristo, Deus providenciou o pagamento do pecado que a nossa consciência exige. Ele fez por nós o que nunca conseguiríamos fazer sozinhos. O preço já foi pago, como diz o hino: “As minhas dívidas pagou e dessa morte me livrou.”

Mesmo que a gente não mereça, a oferta dele basta pra pagar os nossos pecados. É isso que a graça significa: o favor imerecido de Deus para conosco, pecadores. Só quando aceitamos o dom imerecido da graça é que encontramos liberdade da autocondenação. A Bíblia diz: “Em quem temos a redenção através do seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da sua graça” (Ef 1:7).

Quando você consegue se perdoar, consegue viver na liberdade da graça de Deus. A vida, de repente, fica mais alegre e com propósito renovado. Você recupera a criatividade e um novo senso de direção pro futuro. Ao recuperar a alegria da salvação, guarde estes passos essenciais.

Corrigir o que for possível

Uma das coisas mais importantes pra se perdoar é estar disposto a corrigir qualquer erro que tenha cometido. Isso não é se punir, é fazer o possível pra consertar o que a gente estragou. Restituir é devolver o que não é nosso. Quem dera fosse sempre simples assim. Se você espalhou boatos sobre alguém e prejudicou a reputação dela, precisa não só pedir perdão, mas fazer tudo ao seu alcance pra reparar o dano. Às vezes não dá pra consertar por causa do tempo ou da distância. Quando é possível, é um dos passos mais essenciais. Saber que você fez tudo o que podia vai te dar paz consigo mesmo e liberar você pra aceitar o perdão de Deus.

Reconciliação

“Reconciliar” é juntar pessoas que estavam brigadas. É a mudança que acontece quando o perdão é aceito: cura as mágoas e une quem tinha sido separado por erros. A alienação some e abre espaço pra uma amizade renovada. A reconciliação acontece entre Deus e nós na salvação. Quando a gente admite o erro e aceita Cristo como Salvador pela fé, quem estava brigado com Deus se reconcilia com ele (2Co 5:18-20). Do mesmo jeito, precisamos estar dispostos a nos reconciliar com quem magoamos ou prejudicamos.

Restauração

A Bíblia diz que o objetivo de tudo isso é a restauração para o serviço. O apóstolo Paulo escreve: “Irmãos, se alguém for pego em algum erro, vocês que são espirituais devem ajudar a pessoa a se corrigir, mas façam isso com humildade. E cuidado para vocês não serem tentados também” (Gl 6:1).

Restaurar é colocar de novo em uso, como se a pessoa que errou voltasse a ser útil. Quando alguém quebra um osso, o braço fica sem uso por um tempo. Depois de um período de repouso, o osso começa a se recuperar e, quando está bem curado e exercitado, volta a ser útil. O mesmo acontece com quem falhou na vida espiritual ou moral. Ninguém está fora do alcance da graça de Deus, e ninguém que falhou é totalmente inútil pra ele. A falha pode precisar de tempo pra curar e até exigir um período de inatividade. Mas, no tempo certo, Deus vai abrir oportunidades de serviço de novo. Não importa o que deu errado, ele não quer te deixar de fora pra sempre.

Fé

Pra superar a autocondenação, você precisa acreditar que Deus é maior que qualquer erro que tenha cometido. A fé é o segredo pra vencer o fracasso. Como disse o apóstolo João: “Se confessamos nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9). Repare nas duas palavras que descrevem Deus: fiel e justo. Precisamos acreditar que Deus é fiel e justo no jeito como se relaciona com a gente.

Entender o perdão não basta. Você precisa acreditar, pela fé, que foi perdoado. Essa é a parte mais importante de todo o processo. Pare de se culpar. Você não pode mudar o passado, mas pode influenciar o futuro. Pode ser que as pessoas não esqueçam os seus erros, mas Deus perdoa e esquece.

Deus vê o final desde o começo. Você pode estar tão atolado nos problemas do momento que não consegue ver além deles, mas Deus vê aonde tudo isso está te levando. Confie nele pra te guiar nos momentos difíceis e escuros. Assim como você confiou nele pela fé para a salvação, confie nele pra te perdoar e te trazer de volta ao serviço dele. A Bíblia nos lembra: “Sem fé, é impossível agradar a Deus, porque quem se aproxima de Deus precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hb 11:6).