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EstudosEstudos em Gênesis15 de 32

Gn 1:1-31 - Comentário

Diego Gonçalvesatualizado 16 min de leitura3.261 palavras

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Neste estudo

Introdução:

A palavra “Gênesis” vem do grego e quer dizer “origem” ou “geração”. O nome combina com o conteúdo, porque o livro registra o começo de todas as coisas: a criação, a queda, o dilúvio e o chamado de Abraão. Gênesis é o primeiro livro da Bíblia e um dos testemunhos mais antigos e abrangentes que temos sobre as origens do mundo e do ser humano.

Gênesis se destaca pela antiguidade e pela coesão, mas não é o único relato antigo das origens. Há pontos de contato com escritos do Antigo Oriente Próximo, como o Enuma Elish (o mito babilônico da criação), e os estudiosos divergem sobre se houve dependência literária ou apenas um pano de fundo cultural comum. As diferenças são grandes: em Gênesis, um só Deus cria pela palavra, sem luta entre divindades e sem tratar os astros como deuses.

O Antigo Testamento também foi traduzido cedo para outras línguas antigas, como o grego (a Septuaginta) e o siríaco (a Peshitta). Essas versões ajudam os especialistas a acompanhar a transmissão do texto, embora divirjam quanto ao peso que cada uma tem. Para nós, a autoridade do texto vem de Deus, que o inspirou (2 Timóteo 3:16), e não da comparação com outros escritos.

Gravura de Gustave Doré em que Deus, em meio a nuvens e raios de luz, separa a luz das trevas no primeiro dia da criação
Gustave Doré, A criação da luz, 1866, ilustração para a Bíblia. Domínio público, via Wikimedia Commons.

Resumo da passagem:

No primeiro capítulo do livro de Gênesis, somos apresentados a uma descrição concisa e solene da obra da criação realizada por Deus. Cada versículo revela uma parte desse ato divino. Vejamos cada um desses momentos:

Versículos 1-2: Deus cria os céus e a terra

Nesses versículos iniciais, vemos a grandeza da ação divina. Deus, em Sua soberania e poder, dá origem ao universo e traz à existência os céus e a terra.

Versículos 3-5: A criação da luz

Nessa etapa, Deus separa a luz das trevas, trazendo a luz para iluminar o mundo que Ele criou. Essa separação nos lembra que Deus é a fonte de toda luz e verdade.

Versículos 6-13: Deus separa a terra das águas e faz a terra frutífera

Aqui vemos a separação das águas, com espaços distintos para as águas de cima e as de baixo. Em seguida, Deus concede à terra a capacidade de produzir vida e se tornar um ambiente fértil.

Versículos 14-19: Deus forma o sol, a lua e as estrelas

Deus, em Sua sabedoria, estabelece os astros para governar o dia e a noite. O sol, a lua e as estrelas servem para marcar os tempos e as estações, e dão ordem e beleza ao cosmos.

Versículos 20-25: Deus cria os animais

Nesse momento da criação, Deus dá vida a uma diversidade de criaturas, desde as aves do céu até os animais terrestres e marinhos. Cada uma delas expressa a criatividade de Deus.

Versículos 26-28: O homem, criado à imagem de Deus

A obra da criação chega ao ponto mais alto com o ser humano, feito à imagem e semelhança de Deus. Esse ato especial mostra a posição singular e o propósito elevado do homem no plano divino.

Versículos 29-30: Designação dos alimentos

Deus, em Sua bondade, indica ao homem os alimentos que pode desfrutar. Essa provisão revela o cuidado de Deus com as necessidades humanas.

Versículo 31: Finalização e aprovação da obra da criação

Ao concluir Sua obra, Deus olha para tudo o que foi feito e declara que é muito bom. Cada parte da criação reflete a sabedoria do Criador.

Texto Comentado Versículo por Versículo

Versão da Bíblia Sagrada Utilizada: Bíblia Livre (BL)

1 No princípio criou Deus os céus e a terra. 2 E a terra estava desordenada e vazia, e as trevas estavam sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

Comentário Bíblico dos versículos 1 e 2

Os primeiros versículos do livro de Gênesis nos fornecem um relato essencial e proveitoso sobre a origem da terra e dos céus. A fé cristã simples entende essa verdade melhor do que as especulações elaboradas dos eruditos. Olhar para o céu e para a terra nos ensina sobre o poder do grande Criador. Como criaturas, temos o dever de manter os olhos voltados para o céu enquanto os pés caminham sobre a terra. O Filho de Deus, em perfeita comunhão com o Pai, estava presente quando o mundo foi criado. O Novo Testamento afirma que o mundo foi criado por meio dele e que nada foi feito sem ele (João 1:3; Colossenses 1:16). Por isso, devemos ter pensamentos elevados sobre o Deus supremo que adoramos e sobre o grande Mediador em cujo nome oramos.

Já no início do texto sagrado aparece o Espírito de Deus, cuja obra no coração humano é mencionada em muitas outras partes da Bíblia. No princípio, não havia nada atraente para se ver, pois a terra estava sem forma e vazia, um caos desolado. De modo semelhante, a obra da graça na alma é uma nova criação (2 Coríntios 5:17). Em uma alma sem a graça regeneradora, há desordem, confusão e uma inclinação para o mal. Essa alma está vazia de todo bem, pois está separada de Deus e é envolta em trevas. Esse é o nosso estado natural até que a graça do Todo-Poderoso nos transforme.

3 E disse Deus: Haja luz; e houve luz.

Comentário Bíblico: Gênesis 1:3-5

Neste trecho vemos o poder da palavra de Deus. Em Sua soberania, Ele ordenou: “Haja luz”, e a luz surgiu. A simples palavra do Senhor trouxe à existência algo tão fundamental e indispensável.

O mesmo acontece na nova criação espiritual: a luz é a primeira coisa que Deus leva à alma, e a iluminação divina alcança também o entendimento humano (2 Coríntios 4:6). Quem estava mergulhado nas trevas do pecado e da ignorância é transformado, pela graça de Deus, em portador de luz, e encontra no Senhor a sua identidade e o seu propósito.

Ao separar a luz das trevas, Deus revela Sua natureza santa e o contraste entre os dois. A luz simboliza a pureza, a verdade e a vida, enquanto as trevas representam o pecado, a falsidade e a morte. Não há comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14).

Devemos aprender com essa separação divina e buscar viver em consonância com a luz. Nos céus, onde a presença de Deus é plena, há uma perfeita e gloriosa luz. Por outro lado, no inferno, a escuridão é total, sem um raio sequer de luz.

Na vida diária, reconhecemos que o dia e a noite são dons do Senhor. Dediquemos cada dia ao trabalho para a glória de Deus e descansemos Nele durante a noite. Meditemos em Sua lei de dia e de noite (Salmo 1:2), para caminhar na luz e nos guiar pela Sua Palavra.

4 E viu Deus que a luz era boa: e separou Deus a luz das trevas. 5 E chamou Deus à luz Dia, e às trevas chamou Noite: e foi a tarde e a manhã o primeiro dia. 6 E disse Deus: Haja expansão em meio das águas, e separe as águas das águas.

Comentário Bíblico: Gênesis 1:6-13

No relato da criação, observamos que a terra inicialmente estava desolada e vazia, mas pela palavra de Deus ela foi preenchida com riquezas e abundância que são exclusivamente Suas. Deus permite que o homem desfrute dessas bênçãos, mas elas pertencem a Ele e devem servir à Sua glória (Salmo 24:1).

Por ordem de Deus, a terra produz formas diversas de vida vegetal, como ervas, grãos e frutos. Essa fecundidade lembra que toda a provisão que recebemos do solo é presente de Deus. A Ele devemos a glória e a gratidão por tudo o que colhemos e desfrutamos.

A passagem também nos leva a examinar o nosso relacionamento com Deus. Quem tem interesse sincero Nele reconhece que Ele é a fonte de toda graça e misericórdia. Por isso, mesmo na escassez, ou quando as bênçãos temporais parecem secar, encontramos consolo no fato de que Deus continua sendo o provedor supremo e a fonte da vida eterna.

7 E fez Deus a expansão, e separou as águas que estavam debaixo da expansão, das águas que estavam sobre a expansão: e foi assim. 8 E chamou Deus à expansão Céus: e foi a tarde e a manhã o dia segundo. 9 E disse Deus: Juntem-se as águas que estão debaixo dos céus em um lugar, e descubra-se a porção seca: e foi assim.

10 E chamou Deus à porção seca Terra, e à reunião das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom. 11 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente; árvore de fruto que dê fruto segundo a sua espécie, que sua semente esteja nela, sobre a terra: e foi assim.

12 E produziu a terra erva verde, erva que dá semente segundo sua natureza, e árvore que dá fruto, cuja semente está nele, segundo a sua espécie; e viu Deus que era bom. 13 E foi a tarde e a manhã o dia terceiro. 14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus para separar o dia e a noite: e sejam por sinais, e para as estações, e para dias e anos;

Comentário Bíblico: Gênesis 1:14-19

Neste trecho, Gênesis descreve o quarto dia do trabalho divino, em que Deus criou o sol, a lua e as estrelas. Matthew Henry, em seu comentário de Gênesis, ressalta que todas essas maravilhas celestiais são obra de Deus, fruto do Seu poder criador.

Sobre as estrelas, ele observa que a Escritura não detalha sua quantidade, natureza, lugar, tamanho ou movimentos. O propósito da Escritura não é satisfazer nossa curiosidade nem nos transformar em astrônomos, mas conduzir-nos a Deus e edificar-nos espiritualmente.

As luzes celestiais foram criadas com o propósito de servir a Deus, e o fazem fielmente, brilhando no momento certo, sem falhar. Henry nos lembra de que somos luzes neste mundo (Filipenses 2:15). Somos chamados a servir a Deus, como as estrelas O servem. Cabe perguntar se estamos respondendo ao propósito para o qual fomos criados.

Infelizmente, nem sempre brilhamos diante de Deus como as estrelas brilham diante de nós. Usamos a criação do nosso Senhor e muitas vezes nos importamos pouco com a obra do nosso Mestre. Examinemos se vivemos de acordo com o propósito para o qual fomos criados, servindo a Deus e fazendo brilhar a Sua luz neste mundo.

15 E sejam por luminares na expansão dos céus para iluminar sobre a terra: e foi. 16 E fez Deus os dois grandes luminares; o luminar maior para que exerça domínio no dia, e o luminar menor para que exerça domínio na noite; fez também as estrelas. 17 E as pôs Deus na expansão dos céus, para iluminar sobre a terra, 18 E para exercer domínio no dia e na noite, e para separar a luz e as trevas: e viu Deus que era bom. 19 E foi a tarde e a manhã o dia quarto. 20 E disse Deus: Produzam as águas répteis de alma vivente, e aves que voem sobre a terra, na aberta expansão dos céus.

Comentário Bíblico: Gênesis 1:20-25

Nestes versículos, vemos mais um aspecto da obra criadora de Deus. Ele ordenou que as águas se enchessem de seres vivos e que as aves voassem sobre a terra, e Ele mesmo executou essa ordem. O texto fala de criaturas que fervilham e se movem em grande número, e o mesmo se vê hoje na multidão de pequenos seres que ocupam um lugar essencial na teia da vida.

Ao contemplar a diversidade de criaturas que habitam a terra, nos maravilhamos com a sabedoria e o poder do Criador. Desde as formigas, com sua organização notável e trabalho diligente, até os elefantes, majestosos em sua imponência, vemos a manifestação da grandeza divina em cada ser criado. Cada criatura, por menor ou maior que seja, reflete a habilidade criativa de Deus e testemunha a Sua infinita sabedoria.

A providência divina abrange todas as coisas. O poder de Deus não só deu origem às criaturas, como também as sustenta (Salmo 104:27-28). A fertilidade e a abundância da natureza mostram a bênção de Deus, que em Sua provisão permite que cada ser cumpra o seu propósito e contribua para a harmonia da criação.

21 E criou Deus as grandes criaturas marinhas, e toda coisa viva que anda arrastando, que as águas produziram segundo a sua espécie, e toda ave de asas segundo sua espécie: e viu Deus que era bom. 22 E Deus os abençoou dizendo: Frutificai e multiplicai, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra. 23 E foi a tarde e a manhã o dia quinto. 24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo a sua espécie, animais e serpentes e animais da terra segundo sua espécie: e foi assim.

25 E fez Deus animais da terra segundo a sua espécie, e gado segundo a sua espécie, e todo animal que anda arrastando sobre a terra segundo sua espécie: e viu Deus que era bom. 26 E disse Deus: Façamos ao ser humano à nossa imagem, conforme nossa semelhança; e domine os peixes do mar, e as aves dos céus, e os animais, e toda a terra, e todo animal que anda arrastando sobre a terra.

Comentário Bíblico: Gênesis 1:26-28

Aqui chegamos ao momento em que Deus decidiu criar o ser humano e lhe deu um lugar único na ordem da criação. Henry ressalta que a criação do homem foi uma honra e um favor divino. Embora tenha sido feito no mesmo dia que os animais da terra, o homem foi criado de forma distinta. Seu corpo foi formado da mesma terra que as demais criaturas, compartilhando uma ligação física com elas. No entanto, enquanto habita neste corpo, o homem é chamado a não se comportar como os animais, mas a buscar uma vida digna e honrosa, não se entregando aos desejos meramente carnais.

O homem foi criado para ser diferente de todas as outras criaturas. Nele, a carne e o espírito, o céu e a terra se encontram. Quando Deus diz “Façamos”, o texto aponta para o conselho do Deus triúno, Pai, Filho e Espírito Santo, que criou o homem para refletir a Sua glória. É também em Cristo, “imagem do Deus invisível” (Colossenses 1:15), que recebemos a reconciliação com Deus.

Henry destaca a alma do homem, moldada de modo especial à imagem de Deus. Nos primeiros momentos da criação, o homem possuía uma mente clara, capaz de compreender e discernir as coisas divinas. Sua vontade estava em perfeita harmonia com a vontade de Deus, seus afetos eram puros e não havia lugar para desejos malignos ou paixões desordenadas. Seus pensamentos eram facilmente elevados a temas sublimes e permaneciam fixos neles. Nesse estado santo e feliz, nossos primeiros pais existiam quando refletiam a imagem de Deus em sua essência.

Mas a imagem de Deus no homem foi distorcida e desfigurada pelo pecado. Pela graça divina, desejamos a renovação dessa imagem em nossas almas (Colossenses 3:10). Que o Senhor, em Sua misericórdia, trabalhe em nós e nos restaure à semelhança original, para refletirmos o Seu caráter santo neste mundo. Que sejamos gratos por essa graça e busquemos a transformação que o Espírito Santo opera em nós, desde o novo nascimento até a plena restauração.

27 E criou Deus o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. 28 E Deus os abençoou; e disse-lhes Deus: Frutificai e multiplicai, e enchei a terra, e subjugai-a, e dominai os peixes do mar, as aves dos céus, e todos os animais que se movem sobre a terra.

29 E disse Deus: Eis que vos dei toda erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda árvore em que há fruto de árvore que dá semente, vos será para comer.

Comentário Bíblico: Gênesis 1:29-30

Nesses versículos vemos a provisão graciosa de Deus para a humanidade. Ele deu as ervas e as frutas como alimento ao homem, com o grão e tudo o que a terra generosamente produz. Aprendemos aqui a confiar na provisão divina e a descansar em Sua fidelidade.

O povo de Deus é chamado a lançar sobre Ele todas as suas preocupações (1 Pedro 5:7). Quando fazemos isso, somos libertados da ansiedade sobre o que comer ou beber. Como o Pai celestial cuida das aves do céu, Ele cuida com carinho de Seus filhos (Mateus 6:26).

As aves do céu nos lembram da fidelidade de Deus em prover para todas as criaturas. Ele as alimenta e supre suas necessidades básicas. Se cuida com tanto zelo das aves, quanto mais cuidará daqueles que foram criados à Sua imagem?

Esses versículos nos chamam a confiar em Deus, o provedor perfeito. Ele é capaz e está disposto a suprir todas as nossas necessidades (Filipenses 4:19). Como as aves vivem da provisão divina, podemos descansar em Seu cuidado. Que cultivemos uma confiança firme em Deus, que cuida de nós dia após dia.

30 E a todo animal da terra, e a todas as aves dos céus, e a tudo o que se move sobre a terra, em que há vida, toda erva verde lhes será para comer: e foi assim. 31 E viu Deus tudo o que havia feito, e eis que era bom em grande maneira. E foi a tarde e a manhã o dia sexto.

Comentário Bíblico: Gênesis 1:31

O versículo 31 nos leva a pensar em como Deus avalia as Suas obras. Ao examinar as nossas, muitas vezes sentimos vergonha, porque grande parte delas é manchada pelo pecado e pela imperfeição. Quando Deus contemplou a Sua obra, porém, viu que tudo era muito bom. Cada detalhe estava de acordo com a vontade e o propósito do Criador.

Essa afirmação nos leva à adoração. Todas as obras do Senhor, em todos os lugares do Seu domínio, proclamam a Sua bondade, e nossa alma é convidada a bendizê-Lo (Salmo 103:22) por Sua grandeza manifestada na criação.

O versículo também aponta para o evangelho de Cristo. Pelo evangelho somos resgatados da nossa condição pecaminosa e reconciliados com Deus. Diante do poder de Deus revelado no evangelho, somos chamados a fugir da ira vindoura e a buscar refúgio na salvação que há somente em Jesus Cristo, recebida pela graça, mediante a fé.

Somente quando somos regenerados e transformados à imagem de Deus, em santidade, podemos aguardar com esperança a promessa dos “novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça” (2 Pedro 3:13). Essa esperança nos move a viver conforme a vontade de Deus, confiando na Sua obra redentora em nossas vidas.

Que esse versículo nos leve a engrandecer o Senhor, a buscar a Sua salvação e a viver segundo a Sua Palavra, esperando o cumprimento final de Suas promessas. Que sejamos gratos por Sua obra maravilhosa e O glorifiquemos em todas as áreas da nossa vida.

Escrito e organizado por Diego Gonçalves.


RECURSOS UTILIZADOS:

HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Matthew Henry Obra Completa – CPAD

Todas as Escrituras em português citadas são da Bíblia Livre (BLIVRE), Copyright © Diego Santos, Mario Sérgio, e Marco Teles, http://sites.google.com/site/biblialivre/ – fevereiro de 2018. Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil (http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/). Reprodução permitida desde que devidamente mencionados fonte e autores.


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