
EstudosEstudos em Gênesis28 de 28
Gênesis 12 e 13: Abrão no Egito e a escolha de Ló
Estudo indutivo de Gênesis 12:10 a 13:18: a meia-verdade no Egito, a briga dos pastores e a promessa renovada
Neste estudo
- A fome e o plano de Abrão (12:10-13)
- Faraó leva Sara, e Abrão sai ganhando (vv. 14-16)
- Deus defende Sara e repreende Faraó (vv. 17-20)
- De volta ao altar (13:1-4)
- A terra não sustenta os dois (13:5-7)
- Abrão abre mão do direito de escolher (vv. 8-9)
- Ló escolhe com os olhos (vv. 10-13)
- Deus renova a promessa, e Abrão volta ao altar (vv. 14-18)
- A cerca e o altar
Em muita roça do Brasil, a briga mais antiga não é por dinheiro, e sim por cerca. Dois irmãos herdam o mesmo sítio, o gado de um começa a passar para o pasto do outro, e de repente a cerca é assunto de todo almoço de domingo. Quem já viu isso de perto sabe que o problema raramente é o arame.
Gênesis 13 conta uma briga dessa natureza, mas antes dela vem um episódio que explica muita coisa. Abrão acabou de ouvir a promessa mais bonita da vida dele (Gênesis 12:1-3), edificou altares e obedeceu. Poucos versículos depois, ele mente para salvar a pele. O estudo cobre Gênesis 12:10 a 13:18 e responde a uma pergunta: o que acontece com a fé de um homem escolhido por Deus quando o medo bate e a prosperidade chega?
Neste trecho o patriarca ainda se chama Abrão. Só no capítulo 17 Deus muda o nome dele para Abraão.
A fome e o plano de Abrão (12:10-13)
E houve fome na terra, e desceu Abrão ao Egito para peregrinar ali; porque era grande a fome na terra. E aconteceu que quando estava para entrar no Egito, disse a Sarai sua mulher: Eis que, agora conheço que és mulher bela à vista; E será que quando te houverem visto os egípcios, dirão: Sua mulher é: e matarão a mim, e a ti te preservarão a vida. Agora, pois, dize que és minha irmã, para que eu vá bem por tua causa, e viva minha alma por causa de ti.
(Gênesis 12:10-13, Bíblia Livre)
Observação. A fome vem logo depois de Abrão chegar à terra prometida. Ele “desceu” ao Egito por conta própria, e o texto não diz que Deus mandou. Em Canaã ele tinha construído altares (12:7-8), e no Egito não se fala de altar nenhum. O plano sai da boca de Abrão em três tempos: o que ele vê (a beleza de Sara), o que ele teme (ser morto) e o que ele quer (viver “por tua causa”).
Interpretação. “Peregrinar” é viver como estrangeiro, sem os direitos de quem nasceu no lugar. Descer não era pecado em si. O problema começou quando Abrão resolveu a crise sozinho, sem pedir direção. Sara tinha uns 65 anos, pois Abrão saiu de Harã com 75 (12:4) e ela era dez anos mais nova (17:17).
A meia-verdade tinha uma base: Sara era de fato filha do pai de Abrão, só que de outra mãe (Gênesis 20:12). O que torna a frase mentira é a intenção de enganar, e por isso a Lei, mais tarde, proibiu “falso testemunho” (Êxodo 20:16). O plano ainda faz algo pior: Abrão põe a mulher no risco para proteger o próprio pescoço. O provérbio descreve a cena: “O temor do homem arma ciladas” (Provérbios 29:25). E a queda veio logo depois de um momento alto. Pedro também foi elogiado por Jesus e, em seguida, repreendido com dureza (Mateus 16:23). O tombo costuma vir depois da subida.
Aplicação. Nós também sabemos montar versões convenientes da verdade: o currículo caprichado, a desculpa “foi sem querer”, o silêncio que deixa a pessoa entender errado. Paulo pede o contrário, que sigamos “a verdade em amor” (Efésios 4:15). Confesso que reconheço o plano de Abrão em muitas decisões minhas, tomadas com medo e chamadas de prudência.
Perguntas para discussão
- O que o texto diz e o que ele não diz sobre a descida ao Egito? Por que isso importa?
- Por que uma frase tecnicamente verdadeira (“é minha irmã”) pode ser mentira?
- Em que situação você já resolveu um aperto sozinho, sem consultar a Deus?
Faraó leva Sara, e Abrão sai ganhando (vv. 14-16)
E aconteceu que, quando entrou Abrão no Egito, os egípcios viram a mulher que era bela em grande maneira. Viram-na também os príncipes de Faraó, e a elogiaram; e foi levada a mulher a casa de Faraó: E fez bem a Abrão por causa dela; e teve ovelhas, e vacas, e asnos, e servos, e criadas, e asnas e camelos.
(Gênesis 12:14-16, Bíblia Livre)
Observação. O que Abrão temia aconteceu pela metade. Ninguém o matou, mas levaram Sara para a casa de Faraó. Em troca, Faraó “fez bem” a Abrão, e a lista de presentes é longa: rebanhos, servos, jumentos e camelos.
Interpretação. Alguns estudiosos estranham os camelos aqui, mas há ossos de camelo em sítios muito antigos, e a lista só quer mostrar que Abrão recebeu bens raros e valiosos.
A ironia pesa mais do que o detalhe arqueológico: Faraó pagou bem por Sara, e Abrão aceitou. É razoável supor que a serva egípcia Agar, mencionada em 16:1, tenha entrado na casa dele por esse caminho. Se for isso, o ganho do Egito deu fruto amargo anos depois, quando Sara usou Agar para tentar cumprir a promessa a seu modo. A riqueza que veio do pecado costuma custar mais do que valeu.
Aplicação. Nem todo lucro vem de Deus. Existe dinheiro, cargo e reconhecimento que chegam depois de uma mentira, e a abundância não prova que a decisão foi certa.
Perguntas para discussão
- Que sinais mostram que Abrão ganhou riqueza e perdeu algo mais importante?
- Você já aceitou algo vantajoso sem se perguntar como ele foi conseguido?
Deus defende Sara e repreende Faraó (vv. 17-20)
Mas o SENHOR feriu a Faraó e à sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai mulher de Abrão. Então Faraó chamou a Abrão e lhe disse: Que é isto que fizeste comigo? Por que não me declaraste que era tua mulher? Por que disseste: “É minha irmã”, pondo-me em risco de tomá-la para mim por mulher? Agora, pois, eis aqui tua mulher, toma-a e vai-te. Então Faraó deu ordem a seus homens acerca de Abrão; e lhe acompanharam, e à sua mulher com tudo o que tinha.
(Gênesis 12:17-20, Bíblia Livre)
Observação. Quem age agora é o SENHOR, e o faz sem que Abrão peça. Faraó descobre a verdade, chama Abrão e faz três perguntas, nenhuma com resposta. Em seguida devolve Sara, manda Abrão embora e ainda providencia escolta, com todos os bens.
Interpretação. A promessa de Deus passava por Sara: dela viria o filho (Gênesis 17:19). Por isso Deus não podia deixar que ela ficasse no harém, e o plano de Abrão, que punha em risco justamente o cumprimento da promessa, foi desfeito pelo próprio Deus. O salmista leu a cena assim: “Ele não permitiu a ninguém que os oprimisse; e por causa deles repreendeu a reis” (Salmos 105:14).
A cena é humilhante para Abrão. O rei pagão tem mais senso moral do que o homem da promessa, e a pergunta “Que é isto que fizeste comigo?” ressoa como a de Deus a Eva em Gênesis 3:13. Ao mesmo tempo, o cenário prefigura o futuro. Séculos depois, os filhos de Abrão desceriam ao Egito e sairiam de lá com ouro e prata (Gênesis 15:13-14; Êxodo 12:35-36). O Deus que guarda o povo é o mesmo que guardou Sara.
Aplicação. Se a promessa dependesse da firmeza de Abrão, ela teria caído ali. Do mesmo modo, a nossa salvação também não começa nem se sustenta por mérito nosso: nós a recebemos pela fé, e é Deus quem nos guarda enquanto permanecemos nele. Isso não é licença para pecar.
Perguntas para discussão
- Por que Deus interveio a favor de Abrão, mesmo ele estando errado?
- O que significa o rei pagão repreender o patriarca?
- Você lembra de uma ocasião em que Deus o livrou das consequências de uma decisão errada?
De volta ao altar (13:1-4)
Subiu, pois, Abrão do Egito até o Sul de Canaã, ele e sua mulher, com tudo o que tinha, e com ele Ló. E Abrão era riquíssimo em gado, em prata e ouro. E voltou por suas jornadas da parte do Sul até Betel, até o lugar onde havia estado antes sua tenda entre Betel e Ai; Ao lugar do altar que havia feito ali antes: e invocou ali Abrão o nome do SENHOR.
(Gênesis 13:1-4, Bíblia Livre)
Observação. O capítulo abre com um verbo que desfaz o anterior: antes Abrão “desceu”, agora “subiu”. O versículo 2 resume a vida dele numa palavra: “riquíssimo”. Depois vem o caminho de volta, etapa por etapa, até o lugar do altar “que havia feito ali antes”. Lá, ele invoca o nome do SENHOR.
Interpretação. O texto não registra palavras de arrependimento, e o gesto fala por ele: Abrão refaz o caminho até o ponto em que parou de procurar a Deus e recomeça dali. Voltar ao altar é voltar à dependência que o Egito tinha apagado. As riquezas, em si, não são o mal: a bênção do SENHOR “enriquece” e “ele não lhe acrescenta dores” (Provérbios 10:22). Contudo Jesus avisa que não se pode servir a Deus e ao dinheiro (Mateus 6:24), e que é difícil aos ricos entrar no Reino (Marcos 10:23-25).
Aplicação. Quando percebemos que nos afastamos, o caminho mais curto é o de volta ao lugar onde paramos de orar, de ler a Palavra, de nos reunir com os irmãos. E, na prosperidade, o teste é perguntar se a riqueza serve a Deus e aos outros ou se ela já virou dona da casa.
Perguntas para discussão
- Que diferença o texto sugere entre “descer” ao Egito e “subir” de volta?
- Qual é o seu “lugar do altar”, o ponto em que você deixou de buscar a Deus?
- Como saber se a riqueza está sendo bênção ou armadilha para o coração?
A terra não sustenta os dois (13:5-7)
E também Ló, que andava com Abrão, tinha ovelhas, e vacas, e tendas. E a terra não os podia sustentar para que habitassem juntos; porque a riqueza deles era muita, e não podiam morar num mesmo lugar. E houve briga entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló: e os cananeus e os ferezeus habitavam então na terra.
(Gênesis 13:5-7, Bíblia Livre)
Observação. A causa da briga é a abundância: os dois tinham tanto gado que a terra não comportava os rebanhos. Quem briga são os pastores, e a menção aos cananeus e aos ferezeus, que “habitavam então na terra”, avisa que há gente de fora olhando.
Interpretação. A bênção sozinha não garante paz. Enquanto Abrão e Ló eram pobres, nenhum dos dois disputava pasto, e o que os dividiu foi a prosperidade. Abrão tinha ainda um motivo para evitar a briga: o testemunho. Quem devia ser bênção para as nações (12:3) não podia brigar diante dos vizinhos incrédulos. Paulo pede paz com todos, “no que for possível” (Romanos 12:18).
Aplicação. As famílias e as igrejas costumam brigar menos nas crises do que na fartura.
Perguntas para discussão
- Por que a prosperidade foi o que dividiu Abrão e Ló?
- Que conflito na sua família ou na sua igreja está sendo visto por quem está de fora?
Abrão abre mão do direito de escolher (vv. 8-9)
Então Abrão disse a Ló: Não haja agora briga entre mim e ti, entre meus pastores e os teus, porque somos irmãos. Não está toda a terra diante de ti? Eu te rogo que te separes de mim. Se fores à esquerda, eu irei à direita: e se tu à direita, eu irei à esquerda.
(Gênesis 13:8-9, Bíblia Livre)
Observação. Abrão toma a iniciativa e fala diretamente com Ló. Ele dá o motivo (“somos irmãos”) e faz uma proposta: separar-se. A oferta é generosa: Ló escolhe primeiro, e Abrão fica com o que sobrar.
Interpretação. Abrão tinha todo o direito de escolher. Era o mais velho, era o tio, e a promessa de Deus tinha sido feita a ele (12:7). O texto não explica por quê. Podem ter pesado o cuidado com o sobrinho, a vontade de recuperar o nome depois do Egito e o trabalho de Deus no coração dele. O que o episódio mostra é um homem que confia no Deus que prometeu a terra e por isso não precisa agarrá-la. Quem sabe que Deus dá não precisa tomar. Paulo ensina o mesmo mais tarde: cada um “considere o outro superior a si mesmo”, e não cuide só “do que é seu” (Filipenses 2:3-4).
Aplicação. Muitas brigas só acabam quando alguém decide abrir mão do que tem direito. Perder um pedaço de terra custa menos do que perder um irmão, e quem confia na provisão de Deus consegue ceder sem sentir que está perdendo.
Perguntas para discussão
- Que direitos Abrão tinha, e por que ele não os usou?
- Quais motivos podem explicar a generosidade dele?
- Em que briga atual você poderia abrir mão de um direito para preservar um relacionamento?
Ló escolhe com os olhos (vv. 10-13)
E levantou Ló seus olhos, e viu toda a planície do Jordão, que toda ela era bem regada, antes que destruísse o SENHOR a Sodoma e a Gomorra, como o jardim do SENHOR, como a terra do Egito entrando em Zoar. Então Ló escolheu para si toda a planície do Jordão: e partiu-se Ló ao Oriente, e separaram-se um do outro. Abrão assentou na terra de Canaã, e Ló assentou nas cidades da planície, e foi pondo suas tendas até Sodoma. Mas os homens de Sodoma eram maus e pecadores para com o SENHOR em grande maneira.
(Gênesis 13:10-13, Bíblia Livre)
Observação. Os verbos de Ló são uma escada: levantou os olhos, viu, escolheu, partiu, assentou, foi pondo as tendas até Sodoma. A planície é descrita com duas comparações: o “jardim do SENHOR” e “a terra do Egito”. No fim, o narrador interrompe a cena com um aviso: os homens de Sodoma eram maus.
Interpretação. Ló escolheu pelo que os olhos viam, e o texto lembra o caminho de Eva: “viu que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos” (Gênesis 3:6). A comparação com o Egito mostra o que ele procurava: uma terra sempre regada, como o vale do Nilo que tinha visto havia pouco. Ele saiu do Egito, mas o Egito não saiu dele. Ló não se mudou de uma vez para uma cidade perversa, e isso é o mais assustador: escolheu a planície, armou as tendas perto, passou a morar dentro. Pedro o chama de homem “justo” (2 Pedro 2:7-8) e diz que ele se afligia com o que via, só que o custo da escolha foi alto: ele perdeu os bens e a mulher (Gênesis 19).
Aplicação. Onde armamos a tenda importa: a escola dos filhos, o emprego, o círculo de amigos, as telas que ficam abertas em casa. Ninguém se muda para Sodoma de uma vez, e o caminho costuma vir com boas razões, como salário e oportunidade. Paulo manda fugir das paixões da juventude (2 Timóteo 2:22), e não flertar com elas.
Perguntas para discussão
- O que o caminho de Ló diz sobre decisões tomadas só pelo que os olhos veem?
- Que “tenda” você anda armando perto demais de um lugar perigoso?
Deus renova a promessa, e Abrão volta ao altar (vv. 14-18)
E o SENHOR disse a Abrão, depois que Ló se separou dele: Levanta agora teus olhos, e olha desde o lugar onde estás até o norte, e ao sul, e ao oriente e ao ocidente; Porque toda a terra que vês, a darei a ti e à tua descendência para sempre. E farei tua descendência como o pó da terra: que se alguém puder contar o pó da terra, também tua descendência será contada. Levanta-te, vai pela terra ao longo dela e à sua largura; porque a ti a tenho de dar. Abrão, pois, removendo sua tenda, veio e morou nos carvalhos de Manre, que é em Hebrom, e edificou ali altar ao SENHOR.
(Gênesis 13:14-18, Bíblia Livre)
Observação. Deus fala “depois que Ló se separou”. A ordem repete o verbo de Ló, com outro resultado: “Levanta agora teus olhos”. A promessa traz a terra “para sempre” e uma descendência impossível de contar. Abrão obedece, muda a tenda para Hebrom e edifica mais um altar.
Interpretação. O contraste com Ló é proposital. Ló levantou os olhos e escolheu o que parecia o melhor, ao passo que Abrão levantou os olhos porque Deus mandou e recebeu a terra inteira, inclusive o que tinha deixado para o sobrinho. Agora Deus aumenta a promessa: antes dizia “à tua descendência darei esta terra” (12:7), e agora acrescenta “a ti” e “para sempre”.
Como entender essa terra? Josué registrou que Deus entregou a Israel toda a terra que tinha jurado (Josué 21:43-45). Mas o Novo Testamento amplia o alcance, dizendo que a promessa era de ser “herdeiro do mundo” (Romanos 4:13) e que a descendência a quem ela se dirige “é Cristo” (Gálatas 3:16). O próprio Abrão não se contentou com um território, pois “esperava a cidade que tem fundamentos firmes, da qual o arquiteto e construtor é Deus” (Hebreus 11:10). Há irmãos que esperam um cumprimento territorial ainda futuro para a nação de Israel. Seguimos aqui o caminho que os apóstolos apontam, em que a promessa se realiza em Cristo e na herança de todos os que creem. O último gesto do capítulo é um altar, o terceiro que Abrão edifica em Canaã (12:7-8; 13:18). Abrão responde à promessa adorando.
Aplicação. Deus fala a quem abre mão. O que parecia perda virou ganho, e a promessa de Deus vale mais do que a melhor planície. E a resposta certa à graça recebida é o altar: oração, gratidão e adoração, onde quer que a nossa tenda esteja armada.
Perguntas para discussão
- Por que Deus só renova a promessa depois que Ló se separa?
- Como Romanos 4:13 e Hebreus 11:10 ajudam a entender a “terra” prometida?
- Quais são os seus altares nesta fase da vida?
A cerca e o altar
Voltemos à cerca. Abrão e Ló tinham a mesma terra e a mesma família, e saíram em direções opostas. Um olhou para o que a planície prometia, e o outro olhou para o que Deus tinha prometido.
Gênesis 12 e 13 mostram um Deus que guarda a promessa mesmo quando seu povo falha, que recebe de volta quem retorna ao altar e que fala a quem confia nele o bastante para abrir mão. A pergunta que fica é onde estamos armando as nossas tendas e o que fazemos quando a promessa chega: reclamamos mais terra ou construímos um altar?
Senhor, nós também já descemos ao Egito por medo e já escolhemos pelo que os olhos viram. Obrigado porque a tua fidelidade não depende da nossa. Traze-nos de volta ao altar, ensina-nos a abrir mão do que for preciso para preservar a paz, guarda a nossa tenda longe de Sodoma e faz de nós gente que levanta os olhos para a tua promessa. Amém.
- Estudos
- Gênesis
- Estudo Indutivo
- Abraão