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Humildade diante do futuro
Vem Andar Comigo, Semana 25 · Terça-feira: Não transforme símbolos em calendário
Vem Andar Comigo, Semana 25 · Terça-feira: Não transforme símbolos em calendário. Continua o encontro de domingo, Quando Deus parece demorar.
Leitura: Daniel 9:24–27; Atos 1:6–8
Setenta semanas estão determinadas sobre teu povo e sobre tua santa cidade, para acabar a transgressão, para encerrar o pecado, para expiar a maldade, e para trazer a justiça eterna; para selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos
Sabe pois e entende: desde a saída da palavra para restaurar e edificar a Jerusalém até o Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; voltará a ser construída com praças e muro, porém em tempos angustiosos.
E depois das sessenta e duas semanas o Messias será exterminado, e nada terá para si; e o povo do príncipe que virá destruirá a cidade e o santuário; o fim dela será com inundação, e até o fim da guerra estão determinadas assolações.
E firmará um pacto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de alimentos; depois sobre a asa das abominações será o assolador, e isto até que seja derramado o fim determinado sobre o assolador.
(Daniel 9:24-27, Bíblia Livre)
Então aqueles que tinham se reunido lhe perguntaram, dizendo: Senhor, tu restaurarás neste tempo o Reino a Israel?
E ele lhes disse: Não pertence a vós saber os tempos ou estações que o Pai pôs em sua própria autoridade.
Mas vós recebereis poder do Espírito Santo, que virá sobre vós; e vós sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia, e Samaria, e até ao último lugar da terra.
(Atos 1:6-8, Bíblia Livre)
Os discípulos perguntam pelo tempo da restauração, e Jesus responde: “Não pertence a vós saber os tempos ou estações que o Pai pôs em sua própria autoridade” (Atos 1:7, Bíblia Livre). Em seguida, ele os envia ao testemunho. A profecia bíblica dá esperança e chama à fidelidade; ela não alimenta o controle ansioso. João Calvino, ao comentar essa cena, observou que a curiosidade “nasce quase sempre da ociosidade ou da desconfiança; a desconfiança se cura meditando nas promessas de Deus”.
Estudar interpretações é legítimo. Declarar datas, identificar cada manchete como cumprimento inequívoco e tratar quem discorda como infiel ultrapassa o que sabemos.
Prática de humildade
Ao encontrar uma previsão religiosa, pergunte: o texto afirma isso claramente? Que interpretações cristãs responsáveis existem? Essa leitura produz testemunho fiel ou medo e especulação?
Oração
Senhor da história, dá-me esperança sem presunção e atenção ao chamado de hoje. Amém.
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